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Fachin restabelece lei que permite uso de imóveis públicos para socorrer BRB A governadora do Distrito Federal Celina Leão (PP), sancionou uma lei que retira Serrinha do Paranoá e um terreno da Saúde do plano que usa imóveis públicos para salvar Banco de Brasília (BRB). A retirada dos dois terrenos foi proposta em 27 de abril para a Câmara Legislativa, e oficializada através de uma lei sancionada e publicada no Diário Oficial do DF na segunda-feira (11). Os dois terrenos retirados do plano são: SIA, Trecho Serviço Público, Lote G, avaliado em R$ 632 milhões: hoje, é uma espécie de "Parque de Apoio" da Secretaria de Saúde, abrigando a Farmácia Central e uma oficina de órteses e próteses; "Gleba A" de 716 hectares na Serrinha do Paranoá, avaliada em R$ 2,2 bilhões: a área verde pertence à Terracap e, segundo ambientalistas, abriga um importante manancial de nascentes. Com a retirada dos dois terrenos, sobram outros sete no plano: SIA, Trecho Serviço Público, Lote F – área pertencente à Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb): R$ 632 milhões; SIA, Trecho Serviço Público, Lote I: R$ 364 milhões; SIA, Trecho Serviço Público, Lote H: R$ 361 milhões; SIA, Trecho Serviço Público, Lote C – pertencente à CEB: R$ 547 milhões; SIA, Trecho Serviço Público, Lote B – pertencente à Novacap: R$ 1,02 bilhão; Centro Metropolitano, Quadra 03, Conjunto A, Lote 01, em Taguatinga – é a sede do Centro Administrativo do DF, abandonada há mais de uma década: R$ 491 milhões; Setor de Áreas Isoladas Norte SAIN (antigo lote da PM): R$ 239 milhões.
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