Folha de S.Paulo
Em "Tragédia Linche Vol. I: Os Jovens Infelizes", José Fernando Peixoto de Azevedo faz uma autópsia da alma brasileira usando a linguagem da peça-filme. O palco vira um laboratório de vigilância e desespero. Cabos, monitores e refletores ficam expostos, sem qualquer ilusão: o olho do espectador viaja entre o ator ali na sua frente e a imagem gigante projetada em 16:9, onde a microexpressão do rosto se torna o campo de batalha final. Leia mais (05/12/2026 - 11h00)
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