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Alerj exonera assessores de Thiago Rangel, deputado preso em ação que investiga fraudes na Educação | Collector
Alerj exonera assessores de Thiago Rangel, deputado preso em ação que investiga fraudes na Educação
Jornal O Globo

Alerj exonera assessores de Thiago Rangel, deputado preso em ação que investiga fraudes na Educação

Após decidir pelo afastamento do mandato do deputado estadual Thiago Rangel (Avante), diante da manutenção de sua prisão pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) destituiu na noite desta terça-feira o seu gabinete. A medida, que já estava prevista, foi publicada em edição extra do Diário Oficial. O parlamentar está preso desde a semana passada, quando foi alvo da operação Unha e Carne, da Polícia Federal. A ação investiga fraudes na compra de materiais e contratação de serviços pela Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro. Ricardo Couto faz aceno ao TCE-RJ com criação de nova secretaria no Governo do Rio PF mira contratos da Secretaria estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento com suspeita de fraude de R$ 200 milhões Durante reunião do colégio de líderes realizada hoje, o presidente da Casa, Douglas Ruas (PL), afirmou que a Mesa Diretora decidiu retirar os assessores ligados ao gabinete do deputado e consultou a Procuradoria da Alerj sobre as condições e o prazo para convocação do suplente. Segundo relatos de parlamentares presentes na reunião, a informação não foi contestada pelos líderes partidários. Caso é investigado: Família de desembargador desaparecido há mais de três semanas, no Rio, fará missa na Tijuca e pede ajuda por pistas Nos bastidores da presidência, a informação é que o gabinete de Thiago Rangel será destituído e que o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar abrirá um processo disciplinar para apurar o caso. A Casa também afirmou que cumprirá integralmente as decisões do STF. O deputado estadual Thiago Rangel (Avante) Reprodução @thiagorangeloficial A decisão ocorre após a Primeira Turma do Supremo manter por unanimidade a prisão do deputado. Os ministros seguiram o voto do relator, Alexandre de Moraes, que determinou a continuidade da medida independentemente de deliberação da Assembleia Legislativa. No entendimento de Moraes, não se aplica ao caso a imunidade parlamentar prevista na Constituição para deputados estaduais. A regra constitucional estabelece que parlamentares estaduais só podem ser presos em flagrante por crime inafiançável, cabendo às Assembleias Legislativas decidir, em até 24 horas, sobre a manutenção ou revogação da prisão. Ao afastar a aplicação da prerrogativa parlamentar, o ministro retirou da Alerj a possibilidade de deliberar sobre a soltura do deputado. Initial plugin text

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