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Sozinha durante o inverno severo no Ártico, num barco preso no mar congelado, a jovem Tamara Klink foi a primeira navegadora latino-americana a cruzar essa passagem. Feito, segundo ela, que infelizmente já é possível, devido ao derretimento do gelo por conta do aquecimento global, o que permitiu atravessar a Passagem do Noroeste.
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