Jornal Económico
“Do que resulta da análise feita aos oito inquéritos-crime é que os mesmos não tiveram como objetivo investigar a existência de um crime, (…), dado que não existia a notícia de qualquer crime, mas sim investigar, através da instrumentalização do processo-crime e dos meios processuais que este permite, a vida privada de um juiz de instrução criminal que proferiu decisões judiciais com as quais o Ministério Público não estava de acordo”, lê-se na exposição de 42 páginas enviada a António José Seguro.
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