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‘Pode seguir’: China coloca robôs humanoides para controlar trânsito e transforma ruas em cena de ficção científica; veja vídeo | Collector
‘Pode seguir’: China coloca robôs humanoides para controlar trânsito e transforma ruas em cena de ficção científica; veja vídeo
Jornal O Globo

‘Pode seguir’: China coloca robôs humanoides para controlar trânsito e transforma ruas em cena de ficção científica; veja vídeo

A cidade de Hangzhou colocou em operação neste mês a primeira brigada de robôs voltada para a gestão do trânsito urbano. A iniciativa começou em áreas turísticas do lago Oeste e em cruzamentos considerados estratégicos da cidade, na província de Zhejiang, no leste da China, como parte de um projeto que aposta na integração entre inteligência artificial e policiamento urbano. Como é o drone militar de papelão lançado pelo Japão que voa a mais de 100 km/h e custa até 20 vezes menos De Fusca a Amarok: Volkswagen lança miniaturas de carros icônicos para coleção no Brasil; veja fotos Ao todo, 15 robôs com inteligência artificial passaram a atuar ao lado de agentes de trânsito humanos em tarefas como orientação de pedestres, fiscalização de infrações e auxílio a turistas. Equipados com sistemas de reconhecimento visual e conectados em tempo real aos semáforos da cidade, os dispositivos conseguem emitir comandos de parada, avanço e conversão, além de alertas sonoros para infrações cometidas por pedestres e ciclistas. Initial plugin text Antes da estreia oficial, os robôs já haviam sido utilizados em testes durante maratonas e grandes eventos realizados em Hangzhou. A experiência serviu para treinar os equipamentos em cenários de fluxo intenso e ajudou a consolidar o modelo de atuação conjunta entre máquinas e policiais. Atendimento a turistas e fiscalização Nas áreas turísticas próximas ao lago Oeste, os robôs foram programados para atuar principalmente no atendimento ao público. Os visitantes podem interagir por comando de voz para solicitar informações sobre trajetos, transporte público e rotas para atrações da cidade. Segundo as autoridades locais, o sistema utiliza dados de trânsito em tempo real para calcular os melhores percursos. Já nos cruzamentos urbanos, o foco está na fiscalização. Os equipamentos monitoram comportamentos considerados irregulares, como atravessar fora da faixa, avançar além da linha de parada e circular sem capacete. Quando identificam uma infração, os robôs emitem avisos automáticos por voz. Caso a irregularidade persista após três alertas, o sistema registra a ocorrência e envia as informações diretamente ao centro de monitoramento da polícia de trânsito. As autoridades de Hangzhou afirmam que o objetivo principal é reduzir a sobrecarga de trabalho dos agentes humanos em tarefas repetitivas. Cada robô consegue operar entre oito e nove horas por dia, permitindo que os policiais sejam direcionados para atividades consideradas mais complexas, como atendimento a acidentes, operações especiais e fiscalização de infrações graves. Nas redes sociais chinesas, a iniciativa repercutiu amplamente. Usuários classificaram o projeto como um exemplo do avanço tecnológico do país e defenderam a expansão do modelo para outras cidades chinesas, especialmente durante feriados e grandes eventos, períodos em que o fluxo de veículos costuma aumentar significativamente.

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