Folha de S.Paulo
Em 1995, um grupo de empresas e famílias brasileiras tomou uma decisão que estava longe de ser óbvia: recursos privados poderiam ser investidos de forma estruturada, transparente e contínua em iniciativas de interesse público. O país vivia os primeiros anos da redemocratização , ainda reconstruindo suas instituições e reaprendendo o valor da participação civil. Leia mais (05/15/2026 - 12h46)
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