Jornal O Globo
O álbum de figurinhas já foi lançado, a Shakira lançou música e a seleção brasileira está convocada. A Copa do Mundo de 2026 começa a ganhar a sua identidade, mas um "rosto" importante ainda não ganhou tanta força: a mascote. Na verdade, desta vez não será apenas uma, mas três: o alce Maple, que representa o Canadá; o jaguar Zayu, que simboliza o México; e uma águia careca, escolhida como símbolo dos Estados Unidos. A Fifa anunciou as mascotes no fim de setembro. O alce Maple é um "artista apaixonado pelo estilo das ruas, entusiasta de música e um goleiro dedicado", que encontrou seu propósito através de "criatividade, resiliência e individualidade sem ressalvas". O jaguar Zayu é uma homenagem á "herança rica e espírito vibrante" do México, um atacante que é "um símbolo de celebração cultural e conexão, carregando o coração do México com orgulho", através de elementos culturais como música e dança. Já Clutch, a águia-careca, joga no meio de campo, "unindo pessoas por onde vai e provando que o verdadeiro voo é repleto de propósito, paixão e brincadeira". As mascotes fazem parte da Copa do Mundo desde 1966 e costumam representar alguma identidade do país sede. Na edição anterior, em 2022, a mascote havia sido o La'eeb, que representava um lenço comum no mundo árabe, utilizado na cabeça.
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