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Review realme 16 Pro+: bateria enorme e câmera potente impressionam | Collector
Review realme 16 Pro+: bateria enorme e câmera potente impressionam
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Review realme 16 Pro+: bateria enorme e câmera potente impressionam

O realme 16 Pro+ chega ao Brasil nesta quarta-feira (20) para brigar no competitivo mercado de celulares intermediários premium. Para isso, aposta principalmente em uma bateria robusta de sílicio-carbono de 7.000 mAh, que aguenta muito bem ritmos intensos de uso, e um conjunto de câmeras avançado para a categoria. O sistema se destaca pela combinação entre sensor principal de 200 megapixels (MP) e lente telefoto de 50 MP com zoom de 3,5x, que entrega resultados impressionantes no Modo Retrato. Além disso, a realme também caprichou na tela, com brilho de até 6.500 nits, no hardware de desempenho, que ultrapassa a marca de 1,4 milhão no AnTuTu, e no design, que comunica a impressão de aparelho premium logo à primeira vista — e toque. Por outro lado, o preço de lançamento de R$ 4.500 é um pouco salgado e coloca o realme 16 Pro+ lado a lado de topos de linha de anos anteriores. Fica a pergunta: vale a pena investir no celular? Eu testei o lançamento da realme por uma semana e te conto, neste review, minhas principais impressões sobre ele. Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos realme 16 chega ao Brasil com bateria gigante e espelho para selfies; veja impressões Review realme 16 Pro+: bateria enorme e câmera potente impressionam Ana Letícia Loubak/TechTudo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Como formatar celular realme? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Initial plugin text Review realme 16 Pro+: veja os tópicos analisados neste review Ficha técnica do realme 16 Pro+ Design e cores ⭐⭐⭐⭐⭐ Tela e som ⭐⭐⭐⭐ Câmera ⭐⭐⭐⭐ Desempenho ⭐⭐⭐⭐⭐ Bateria ⭐⭐⭐⭐⭐ Sistema e recursos extras ⭐⭐⭐⭐ realme 16 Pro+ vale a pena? Ficha técnica do realme 16 Pro+ Tamanho da tela: 6,8 polegadas Resolução da tela: 1.280 x 2.800 pixels Painel da tela: AMOLED Câmera traseira: 200 MP + 50 MP + 8 MP Câmera frontal: 50 MP Sistema: Android 16 sob realmeUI 7.0 Processador: Snapdragon 7 Gen 4 Memória RAM: 12 GB Armazenamento: 256 ou 512 GB Bateria: 7.000 mAh Peso: 203 gramas Dimensões: 162,5 x 76,3 x 8,5 mm Cores: dourado e cinza Lançamento: maio de 2026 (Brasil) Preço de lançamento: R$ 4.499 Design ⭐⭐⭐⭐⭐ O realme 16 Pro+ aposta em um visual mais sofisticado e tenta se diferenciar no segmento não apenas pela ficha técnica, mas também pelo acabamento. Assinado pelo designer japonês Naoto Fukasawa, o design é inspirado em elementos naturais. No modelo dourado, recebido pelo TechTudo, a proposta é remeter ao movimento de campos de trigo sob o vento; já a versão cinza aposta em uma textura mais sóbria, inspirada em pedras moldadas pela água. O acabamento traseiro chama atenção principalmente pela textura. O couro vegano tem um toque muito gostoso e ajuda bastante na pegada por não ser escorregadio. Aliás, a realme parece ter refinado essa proposta em relação à geração anterior: o realme 15 Pro verde escuro adotava um material semelhante, mas acumulava sujeira com facilidade. Durante os testes com o realme 16 Pro+, por outro lado, o celular não manchou. realme 16 Pro+ tem espessura slim, apesar da bateria grande Ana Letícia Loubak/TechTudo Outro ponto que impressiona é a espessura. Mesmo com uma bateria grande de 7.000 mAh, o celular mantém um perfil fino, com 8,49 mm, o que ajuda bastante na ergonomia. Com bordas curvas de alumínio brilhante, o realme 16 Pro+ também tem uma pegada confortável, e o peso de 203 gramas não torna o uso cansativo. E, apesar de slim, aparelho é resistente: ele traz as certificações IP68 e IP69K, que garantem resistência contra poeira, imersão em água e até jatos de alta pressão. Já o módulo de câmeras promete dividir opiniões. A realme ousou bem mais nesta geração, apostando em uma base quadrada espelhada com lentes distribuídas de forma assimétrica. São duas câmeras posicionadas horizontalmente e uma terceira logo abaixo, ao lado do flash. À primeira vista, o conjunto me lembrou um cooktop, mas também fiquei com a impressão de que a realme pode ter escondido uma referência ao mascote da marca, o Realmeow: a faixa preta horizontal parece um visor futurista, enquanto o restante do módulo forma quase um “rostinho” robótico. Confesso que não achei o resultado tão bonito quanto o módulo do realme 16, que segue uma estética mais limpa e lembra bastante os celulares da linha Pixel, do Google. realme 16 e realme 16 Pro+ Ana Letícia Loubak/TechTudo Tela e som ⭐⭐⭐⭐ O realme 16 Pro+ traz uma tela AMOLED curva de 6,8 polegadas com resolução de 1.280 x 2.800 pixels, pico de brilho de 6.500 nits e taxa de atualização de até 144 Hz. O conjunto coloca o aparelho em um patamar acima da média dentro da categoria, principalmente pela combinação entre alta fluidez, brilho forte e acabamento mais sofisticado. Um dos elementos que mais contribuem para essa sensação premium é o display com curvas mais acentuadas nas laterais e arcos suaves nas partes superior e inferior da tela. Eu entendo quem não gosta desse tipo de solução: as bordas curvas expõem o vidro, o que pode facilitar rachaduras, e é mais difícil achar películas compatíveis. Ainda assim, não dá para negar que o visual é bem elegante. O brilho também merece destaque. A marca promete brilho máximo de 1.800 nits e pico de até 6.500 nits em conteúdos HDR. Testei o celular em condições bastante desfavoráveis, como debaixo do sol de meio dia, e não tive problemas para visualizar as informações da tela. Aliás, vale destacar que a regulação do brilho automático funciona muito bem. realme 16 Pro+ tem painel AMOLED de 144 Hz Ana Letícia Loubak/TechTudo Nas cores, o realme 16 Pro+ segue uma calibração claramente voltada para quem gosta de intensidade. O display entrega tons bastante vibrantes, contraste forte e aquele visual mais “vivo”, sabe? Se isso não te agrada tanto, uma dica é selecionar o perfil "natural" — o mais suave — nas configurações de modo de cor. A taxa de atualização também pode ser configurada em três modos: padrão (60 Hz), alto (até 144 Hz) e automático, que tenta equilibrar fluidez e consumo de bateria dependendo da atividade. No dia a dia, usei a seleção automática, e a experiência de navegação em redes sociais, por exemplo, foi extremamente fluida. Já o som do realme 16 Pro+ não me agradou tanto. Com alto-falantes duplos estéreo, o celular entrega uma boa potência em termos de volume, sem chiados e distorções no nível máximo. Acontece que, para a reprodução de música, o som parece um tanto quanto "achatado", sabe? Nas configurações de áudio, é possível selecionar um perfil próprio para músicas, mas não faz muita diferença. realme 16 Pro+ tem altos falantes duplos Ana Letícia Loubak/TechTudo Câmera ⭐⭐⭐⭐ O conjunto de câmeras é, sem dúvidas, um dos pontos mais fortes do realme 16 Pro+. Veja abaixo como o sistema está organizado. Câmera principal (LumaColor): sensor Samsung HP5 de 200 MP, abertura f/1.8, com estabilização OIS e EIS; Câmera telefoto: 50 MP (sensor Samsung JN5), zoom óptico de 3,5x, zoom digital de até 10x (superzoom até 120x) e SuperOIS; Câmera ultrawide: 8 MP com campo de visão de 115,5°; Câmera frontal: 50 MP (sensor OV50D) com abertura f/2.4; Vídeo: suporte para gravação em 4K a 60 fps nas câmeras principal, telefoto e frontal. Galerias Relacionadas As fotos têm ótima nitidez, cores vibrantes e um alcance dinâmico bastante competente. A realme optou por uma calibração um pouco mais “pronta para redes sociais”, especialmente nos tons de verde e azul, mas sem exagerar na saturação a ponto de deixar tudo artificial. Também gostei da consistência de cores entre as diferentes lentes. Aqui, a troca entre as câmeras principal, telefoto e ultrawide mantém uma identidade visual uniforme, o que passa a sensação de um sistema mais bem calibrado. Cadeia de montanhas em Teresópolis; foto tirada com o realme 16 Pro+ Ana Letícia Loubak/TechTudo O HDR também merece elogios. Mesmo em cenas mais complicadas, como sob o sol forte do meio-dia, o aparelho conseguiu preservar bem áreas claras sem estourar o céu ou perder contraste excessivamente. A lente telefoto de 50 MP provavelmente será uma das favoritas de quem gosta de fotografar pessoas ou detalhes mais distantes, já que o zoom óptico de 3,5x entrega imagens bem nítidas, principalmente porque a estabilização ajuda bastante. Entretanto, a distância mínima de foco é relativamente longa, e isso limita algumas capturas mais próximas. A câmera frontal de 50 MP também agrada bastante. As selfies saem nítidas, com tons de pele fiéis e boa preservação de texturas, sem suavização excessiva. Já a ultrawide é a lente menos impressionante do conjunto, mas entrega cores consistentes e um alcance dinâmico competente. Redação do TechTudo; foto tirada com câmera ultrawide do realme 16 Pro+ Ana Letícia Loubak/TechTudo Em fotos noturnas, o Realme 16 Pro+ surpreende pela capacidade de iluminar cenas escuras e intensificar cores. Acontece que, para olhares mais apurados, o processamento fica mais evidente nesses cenários. Como o sensor precisa trabalhar mais para captar luminosidade, o algoritmo de redução de ruído age de forma mais agressiva, deixando algumas áreas com aparência mais lisa. Catedral de cidade do interior; foto tirada à noite com o realme 16 Pro+ Ana Letícia Loubak/TechTudo Flor roxa; foto tirada à noite em rua escura com o realme 16 Pro+ Ana Letícia Loubak/TechTudo O aplicativo de câmera também oferece uma quantidade enorme de filtros de cor, desde estilos mais vibrantes até retrô. Assim como no realme 15 Pro, a fabricante manteve os efeitos de iluminação "estrelado" e "coração", que adicionam os respectivos formatos às fontes de luz. É uma opção divertida para quem gosta de brincar com esse tipo de recurso. Para encerrar este tópico, falta falar de vídeo — o principal motivo pelo qual eu tiro uma ⭐ das câmeras do realme 16 Pro+. Apesar de preservar as boas cores, nitidez e alcance dinâmico dos resultados fotográficos, o celular derrapa no quesito gravações por conta da estabilização, que deixa bastante a desejar na redução de tremores. Modo Retrato Assim como fiz no review do JOVI V50, decidi dedicar um tópico à parte para o Modo Retrato, a principal estrela do conjunto de câmeras do realme 16 Pro+. Aqui, a combinação entre o sensor principal de 200 MP e a lente telefoto de 3,5x realmente entrega resultados acima da média para a categoria. O desfoque de fundo é um dos mais naturais que já vi recentemente em smartphones intermediários premium. Em vez de simplesmente borrar tudo atrás da pessoa, o sistema cria um bokeh progressivo, em que elementos mais distantes ficam mais desfocados do que planos intermediários. Na prática, o efeito é bem parecido com o de lentes profissionais. Também fiquei muito impressionada com a precisão do recorte. O algoritmo consegue separar sujeito e fundo com bastante competência, inclusive preservando detalhes difíceis, como fios finos de cabelo cacheado (veja na foto abaixo). Foto tirada no Modo Retrato do realme 16 Pro+ Ana Letícia Loubak/TechTudo A experiência também é bem pensada no aplicativo. Além dos controles tradicionais de zoom, a realme adicionou atalhos prontos que combinam distância focal e perfil de cor. As opções incluem modos como “Entorno (1x)”, “Urbano (1,5x)”, “Clássico (2x)”, “Tiro na Cabeça (3,5x)” e “Close-up (4x)”. É claro que você pode ajustar os filtros depois, mas a opção simplifica bastante a vida de quem quer só abrir a câmera e conseguir um resultado bonito rápido, sem precisar ajustar tudo manualmente. Desempenho ⭐⭐⭐⭐⭐ O realme 16 Pro+ vem com o processador Snapdragon 7 Gen 4, o mesmo do realme 15 Pro. Apesar ser "reciclado" da geração anterior, o chipset ainda é atual e muito potente: tem oito núcleos que alcançam velocidade máxima de 2,8 GHz e litografia de 4 nanômetros, o que ajuda muito na eficiência energética. A versão que recebi para testes da realme tem 12 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento interno. Com essa configuração, o celular entregou uma performance fluida em multitarefas, sem travamentos ou engasgos. Outro ponto positivo do smartphone é o controle térmico. O realme 16 Pro+ não aqueceu muito, mesmo em tarefas mais exigentes, como gravações em alta resolução. Segundo a realme, o resultado é um mérito do sistema de resfriamento AirFlow VC, que mantém as temperaturas baixas mesmo sob uso intenso. Para quem gosta de números, o realme 16 Pro+ marcou 1.423.402 pontos no teste de benchmark do AnTuTu, uma pontuação bastante competitiva para a categoria. O valor o coloca bem acima de concorrentes diretos como Redmi Note 15 Pro (907.704) e JOVI V70 (951.697), e páreo com o Galaxy A57 (1.377.665). Bateria e carregamento ⭐⭐⭐⭐⭐ Apesar do corpo slim, o realme 16 Pro+ vem com uma bateria de silício-carbono de 7.000 mAh, um de seus principais destaques. Segundo a fabricante, o componente é suficiente para 21 horas de reprodução de vídeo no YouTube. Nos meus testes de descarga total, o celular superou as expectativas: foram quase 22 horas reproduzindo vídeos no YouTube com brilho travado no máximo e Wi-Fi ativado. Já no uso comum, em um dia no qual passei 1h15min tirando fotos; 1h no Spotify; e 1h40 em redes sociais como Instagram e TikTok, o celular foi de 100% a 41% com 5h14min de tela ativa e 2h34min de tela desligada. O brilho automático estava ativado o tempo todo, assim como o Wi-Fi. realme 16 Pro+ aguenta boas horas tirando fotos Ana Letícia Loubak/TechTudo Em geral, a bateria aguenta com folga um dia de uso intenso e ainda consegue reter um pouco de carga para o dia seguinte. Em uso moderado, dá para chegar a dois dias de autonomia. Na hora da recarga, o carregador de 80W incluso na caixa leva o realme 16 Pro+ de 0 a 50% em cerca de 30 minutos, e completa a carga após 1h20min — um tempo muito competitivo se considerarmos que estamos abastecendo um "tanque" quase 40% maior que o padrão de 5.000 mAh da categoria. Sistema e recursos ⭐⭐⭐⭐ O realme 16 Pro+ sai de fábrica com o Android 16 sob a interface realme UI 7.0, exclusiva da fabricante. Assim como a versão anterior, a interface é bastante personalizável e repete um erro incômodo: o excesso de bloatwares. O realme 16 Pro+ vem com uma série de aplicativos pouco ou nada úteis pré-instalados, de forma que você precisa perder um pouquinho de tempo removendo-os. A principal novidade da realme UI 7.0 é o design "Light Glass" da central de controle, o qual aplica um efeito de vidro translúcido aos ícones e lembra um pouco o Liquid Glass, do iOS 26. Mas, se você não curte esse estilo, saiba que é possível desativá-lo nas configurações. Entre os recursos de Inteligência Artificial (IA), o sistema traz os tradicionais Gemini e "Circule para Pesquisar", do Google, e melhorias no "AI Edit Genie", ferramenta de edição generativa presente no realme 15 Pro. Nos testes com o antecessor, a função já havia me impressionado por executar muito bem os prompts — desde os mais simples, como trocar a cor de uma roupa, até os mais complexos, como remover objetos à frente do rosto e reconstruir feições. À esquerda, foto original; à direita, foto editada com prompt no AI Edit Genie do realme 16 Pro+. Pedi à IA para trocar a cor da roupa para marrom e me pôr com batom vermelho Ana Letícia Loubak/TechTudo Agora, no realme 16 Pro+, o AI Edit Genie ganhou as ferramentas AI LightMe, que pode aplicar quatro templates de iluminação para remodelar luz e sombra, e AI StyleMe, que aplica diferentes estilos à imagem. Dá para simular um ensaio fotográfico profissional, virar um emoji ou um desenho animado 3D, por exemplo. É divertido para brincar, mas pouco útil na prática. À esquerda, foto editada com AI LightMe, preset "janela"; à direita, foto editada com o AI StyleMe, opção "desenho 3D" Ana Letícia Loubak/TechTudo Em contrapartida, os recursos de IA voltados à produtividade são bem mais úteis. O gravador de voz, por exemplo, transcreve as gravações com bastante precisão, conseguindo até mesmo separar os interlocutores. A IA ainda resume os áudios, o que pode ser especialmente útil para gravações de aulas. realme 16 Pro+ vale a pena? O realme 16 Pro+ é um celular com mais prós do que contras. Para começar, ele acerta em aspectos-chave: tem tela excelente, bateria gigantesca, desempenho de sobra e câmeras muito competentes, especialmente no modo retrato. O smartphone ainda consegue entregar tudo isso em um corpo relativamente fino, com acabamento sofisticado e boa ergonomia. realme 16 Pro+ acerta em aspectos-chave para o consumidor Ana Letícia Loubak/TechTudo Mas existem algumas ressalvas. A estabilização de vídeo, por exemplo, deixa a desejar para um aparelho nessa faixa de preço, o som pode desagradar durante a reprodução de músicas, e o excesso de aplicativos pré-instalados incomoda. Além disso, embora o Snapdragon 7 Gen 4 entregue excelente performance, o reaproveitamento do mesmo chip da geração anterior reduz um pouco a sensação de evolução em relação ao realme 15 Pro. Veja o que muda entre os celulares. Prós e contras do realme 16 Pro+ O principal obstáculo, entretanto, está no preço de lançamento um pouco salgado. Lançado por R$ 4.500, o realme 16 Pro+ é um intermediário premium que entra em uma faixa de preço onde é possível encontrar modelos como Galaxy S25 (R$ 3.889) e iPhone 16 (R$ 4.898), considerados topo de linha. Quando fazemos as contas, é esperado que consumidores dispostos a gastar um pouco mais acabem pendendo para a concorrência. Por outro lado, quem está em busca de custo-benefício e tem orçamento mais limitado pode ser atraído por modelos como o Galaxy A57. Apesar de ficar para trás em aspectos como câmera e bateria, ele tem desempenho sólido, interface inteligente e preço mais convidativo (a partir de R$ 2.499). Se a realme conseguir reduzir esse valor rapidamente no varejo, o 16 Pro+ passa a fazer muito mais sentido. Abaixo da faixa dos R$ 3.500, ele se torna uma das opções mais interessantes para quem prioriza fotografia, bateria e desempenho. Nota final: 4,5 estrelas ⭐ Initial plugin text Initial plugin text Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de maio de 2026.

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