Collector
Falha do governo brasileiro mantém soltos suspeitos do maior ataque hacker ao Pix | Collector
Falha do governo brasileiro mantém soltos suspeitos do maior ataque hacker ao Pix
Revista Oeste

Falha do governo brasileiro mantém soltos suspeitos do maior ataque hacker ao Pix

A Polícia Federal (PF) investiga um erro do governo brasileiro no processo de extradição de suspeitos apontados como responsáveis pelo maior ataque hacker já registrado contra o sistema financeiro nacional. A Justiça da Espanha colocou os investigados em liberdade provisória porque o Brasil não entregou os documentos necessários dentro do prazo legal. O caso envolve o ataque ocorrido em 30 de junho de 2025 contra sistemas usados por instituições financeiras para operar transferências via Pix . Segundo a investigação, os criminosos invadiram a estrutura da C&M Software, empresa responsável pela comunicação entre bancos, fintechs e o Sistema de Pagamentos Brasileiro do Banco Central do Brasil. A PF afirma que o grupo conseguiu acessar contas usadas para liquidação de operações instantâneas e desviou cerca de R$ 800 milhões. Os investigadores apontam Ítalo Jordi Santos Pireneus, conhecido como “Breu do Pix”, como um dos líderes do esquema. Também respondem pelas investigações Henrique Magnavita Lins, chamado de Russo; Mateus Medeiros Silva; e Wesley do Nascimento Lopes, conhecido como Spider. Investigação aponta uso de criptomoedas e empresas de passagem Segundo a PF, os criminosos espalharam os valores desviados em dezenas de contas bancárias antes de converter parte do dinheiro em criptomoedas para dificultar o rastreamento. Os investigadores estimam que cerca de R$ 600 milhões passaram por operações com criptoativos. A investigação também aponta que um funcionário da C&M Software vendeu credenciais de acesso ao grupo criminoso. A Polícia Civil de São Paulo prendeu o operador de tecnologia em julho. Ele confessou participação no esquema e afirmou que recebeu R$ 15 mil pelo acesso. https://www.youtube.com/watch?v=fERyb5Dyvd8 A Operação Magna Fraus 2 terminou com 21 presos no Brasil e no exterior, incluindo detenções na Espanha e na Argentina, com apoio da Interpol . Mesmo com os pedidos de extradição ainda em andamento, a Justiça espanhola concedeu liberdade provisória aos investigados porque o governo brasileiro não entregou os documentos dentro do prazo previsto pela legislação local. + Leia mais notícias de Política em Oeste O post Falha do governo brasileiro mantém soltos suspeitos do maior ataque hacker ao Pix apareceu primeiro em Revista Oeste .

Go to News Site