Folha de S.Paulo
Existe uma percepção muito comum, inclusive entre pessoas do próprio meio musical, de que espaços culturais reconhecidos, artisticamente relevantes e movimentados são, necessariamente, lucrativos e financeiramente sustentáveis. É compreensível que pareça assim: os shows acontecem todos os dias, muita gente circula, artistas passam pela casa, tudo parece sempre cheio e em ebulição. Mas talvez uma das maiores distorções sobre o ecossistema cultural independente seja justamente essa: confundir circulação de recursos com sustentabilidade financeira. Leia mais (05/25/2026 - 22h00)
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