Jornal Económico
Os trabalhadores acusam a administração de “incompetência” e de não cumprir “as mais elementares obrigações legais”, apontando o incumprimento do prazo para divulgação dos resultados de 2025 e a não apresentação do orçamento para 2026. Com o aumento do custo de vida, defendem que “são urgentes aumentos justos dos salários e das cláusulas de expressão pecuniária — não para amanhã, mas para ontem”.
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