Revista Oeste
Um voo da companhia aérea easyJet com destino a Londres precisou ser desviado para Roma depois que um passageiro informou à tripulação ter deixado um power bank (bateria portátil) ligado dentro da mala despachada. Divulgado nesta semana, mas ocorrido no último dia 19, o caso chamou atenção devido aos protocolos de segurança envolvendo carregadores de energia a lítio em aeronaves. A aeronave fazia a rota entre Hurghada, no Egito, e o aeroporto de Luton, em Londres, quando o comandante decidiu alterar o trajeto e pousar no aeroporto de Fiumicino, na capital italiana. A decisão foi tomada por precaução , disse a companhia. O voo aterrissou em segurança em Roma ainda durante a noite. Os passageiros desembarcaram normalmente e seguiram viagem na manhã seguinte. Bateria: uso e ameaças O power bank serve para recarregar celulares, tablets, fones de ouvido e outros aparelhos eletrônicos quando não há uma tomada disponível. O equipamento armazena energia em baterias de íon-lítio — a mesma tecnologia usada em smartphones e notebooks. Embora seja bastante comum e seguro no uso cotidiano, o power bank pode representar riscos quando sofre danos, superaquecimento ou apresenta defeito de fabricação. Em situações mais graves, a bateria pode entrar em “fuga térmica”, uma reação que faz a temperatura subir rapidamente e pode provocar fumaça, incêndio e até pequenas explosões. Leia também: “Corrida tecnológica entre EUA e China” , reportagem publicada na Edição 323 da Revista Oeste Dentro do porão de um avião, esse tipo de ocorrência se torna mais delicado porque a tripulação não consegue acessar a bagagem imediatamente para conter o problema. Por isso, a maior parte das companhias aéreas e autoridades internacionais exige que baterias externas sejam transportadas apenas na bagagem de mão. + Leia mais notícias de Mundo na Oeste O post Bateria portátil faz avião abortar voo que ia para Londres apareceu primeiro em Revista Oeste .
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