Jornal O Globo
Há um pequeno conjunto de elementos químicos que decide, silenciosamente, o século XXI. São os lantanídeos e alguns vizinhos da tabela periódica — escândio, ítrio — que o mundo convencionou chamar de terras-raras. Eles estão no motor elétrico, no catalisador da refinaria, na fosforescência dos displays, no guiamento de mísseis, na turbina eólica, no laser de fibra óptica e nos sensores médicos. Sem eles, a transição energética não acontece, a indústria de semicondutores trava, e a defesa nacional se fragiliza. Hoje, a China refina 90% das terras-raras do planeta e domina a cadeia global dos ímãs de alta performance. O restante do mundo, inclusive os países mais ricos, está totalmente dependente. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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