Collector
Polícia indicia Deolane Bezerra e Marcola por lavagem de dinheiro | Collector
Polícia indicia Deolane Bezerra e Marcola por lavagem de dinheiro
Revista Oeste

Polícia indicia Deolane Bezerra e Marcola por lavagem de dinheiro

A Polícia Civil concluiu as investigações da Operação Vérnix nesta sexta-feira, 29. Os agentes indiciaram a influenciadora Deolane Bezerra, o líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marco Willian Herbas Camacho, o Marcola, e mais cinco investigados. Todos responderão por lavagem de dinheiro e organização criminosa. + Leia mais notícias do Brasil em Oeste Os policiais prenderam a advogada no dia 21 de maio em um condomínio de luxo na região metropolitana de São Paulo. A investigação aponta o recebimento de verbas de uma transportadora controlada pela facção. A corporação recolheu novos documentos que comprovam a materialidade dos delitos financeiros. O relatório final seguiu para a análise do Poder Judiciário. Os indiciados junto com Deolane O documento detalha o papel de cada integrante na estrutura criminosa. O topo do comando inclui Marcola e seu irmão, Alejandro Herbas Camacho. Ambos cumprem pena em presídios federais e coordenavam a empresa de fachada. Os filhos de Alejandro, Leonardo e Paloma Herbas Camacho, administravam os recursos e repassavam as ordens aos operadores. https://www.youtube.com/watch?v=LV9Z91ABlYY O contador Eduardo Affonso Rodrigues abria firmas fantasmas para acobertar o fluxo financeiro do grupo. Já o operador Everton de Souza, conhecido como Player, enviava dinheiro para as contas de Deolane Bezerra. Os investigadores suspeitam que a influenciadora reformulou o plano criminoso depois de prisões anteriores de outros influenciadores digitais. O elo financeiro entre o PCC e Deolane A equipe de investigação descobriu a participação de Deolane Bezerra a partir do rastreamento de Everton de Souza. Player atuava diretamente na gestão dos bens da cúpula do PCC. Ele comandava os depósitos bancários da Lopes Lemos Transportadora para a conta da influenciadora. As transações integravam o balancete mensal da quadrilha. Leia mais: “ Henry Borel: perito desbanca hipótese de acidente doméstico ” Os peritos identificaram depósitos diretos que somam R$ 24,5 mil nas faturas da advogada. A quebra de sigilo bancário revelou ainda a entrada de R$ 1 milhão em espécie sem origem declarada entre 2018 e 2021. A defesa de Deolane Bezerra contesta as acusações. Os advogados afirmam que os valores decorrem estritamente de honorários por serviços jurídicos prestados aos clientes. A linha do tempo da investigação O caso começou em 2019 com a apreensão de bilhetes na Penitenciária II de Presidente Venceslau. Os manuscritos citavam uma mulher responsável por levantar endereços de autoridades públicas para futuros atentados. A Polícia Civil localizou a transportadora em 2021, durante a Operação Lado a Lado. O cruzamento de dados revelou o crescimento patrimonial sem lastro da empresa fictícia. Leia mais: “ Estagiário do MPPR é denunciado por tentar trocar parecer por academia grátis ” Durante as buscas daquele ano, os policiais apreenderam o celular com os comprovantes bancários destinados a Deolane Bezerra. A descoberta motivou a nova fase ostensiva. A Justiça agora analisa os pedidos de bloqueio de bens, custódia de joias e sequestro de carros de luxo. A polícia também compartilha as informações com a Polícia Federal para apurar possíveis crimes fiscais. O post Polícia indicia Deolane Bezerra e Marcola por lavagem de dinheiro apareceu primeiro em Revista Oeste .

Go to News Site