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Paciente em SP testou positivo para meningite, Ebola ainda está sob investigação | Collector
Paciente em SP testou positivo para meningite, Ebola ainda está sob investigação
Jornal O Globo

Paciente em SP testou positivo para meningite, Ebola ainda está sob investigação

A Secretaria de Saúde do Estado de SP informou que o paciente que tem um quadro de saúde investigado para ebola teve um teste positivo para meningite meningocócica. A avaliação clínica para Ebola ainda não foi concluída e segue em andamento. O teste foi feito pelo Instituto Adolfo Lutz. Ebola: diretor-geral da OMS visita epicentro da epidemia na República Democrática do Congo Proteínas: médico responde dúvidas dos leitores do Vida Boa, novo projeto do GLOBO O homem passa por atendimento de saúde no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Ele teve passagem pela República Democrática do Congo (RDC), país em que há regiões lidando com um surto de Ebola. Ele apresentou um quadro de febre. Na semana passada, a Secretaria de Saúde de SP atualizou um documento que deu orientações sobre o atual surto de Ebola em curso na RDC. O documento fixou "medidas de vigilância, definição de caso, notificação imediata, isolamento, manejo inicial, fluxos assistenciais e investigação laboratorial no estado", informou o governo. Em nota, a pasta da saúde ainda disse que “a investigação foi iniciada de forma preventiva após a identificação de critérios clínicos e epidemiológicos compatíveis com caso suspeito, conforme protocolos nacionais e estaduais”. Ainda diz que “as equipes mantêm a condução clínica e epidemiológica do caso até a conclusão das análises para Ebola e outros diferenciais virais”. O Emilio Ribas chegou a receber 3 casos suspeitos de Ebola em 2014, mas todos foram descartados. O Instituto Adolfo Lutz será responsável pela investigação laboratorial do caso. Os testes são feitos por sequenciamento genético. A Secretaria de Saúde de SP informou, ainda, que mantém "risco de introdução da doença no Brasil e na América do Sul permanece muito baixo", isso considerando a dificuldade de transmissão e a inexistência de "voos diretos entre a região afetada e a América do Sul".

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