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Com grupo até do Paraguai, centro que abriga acelerador de partículas Sirius recebe 30 mil visitantes no 'Ciência Aberta' | Collector
Com grupo até do Paraguai, centro que abriga acelerador de partículas Sirius recebe 30 mil visitantes no 'Ciência Aberta'
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Com grupo até do Paraguai, centro que abriga acelerador de partículas Sirius recebe 30 mil visitantes no 'Ciência Aberta'

Ciência Aberta: CNPEM, em Campinas, recebe 30 mil visitantes em 2026 CNPEM O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP) recebeu, entre sexta-feira (29) e sábado (30), cerca de 30 mil pessoas durante o Ciência Aberta, evento gratuito que abre para visitação um dos mais avançados complexos científicos do Brasil. Ao todo, o CNPEM recebeu 284 caravanas escolares - públicas e particulares - de 10 estados brasileiros, do Distrito Federal e uma do Paraguai. Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp O CNPEM abriga o acelerador de partículas Sirius, superlaboratório usado em pesquisas de alta tecnologia ligadas, por exemplo, a descobertas sobre o coronavírus, causador da Covid-19, e o vírus mayaro, que circula no Brasil desde 2019. Os visitantes participaram de 100 atividades interativas e doaram 5,1 toneladas de alimentos, que serão enviadas a instituições, e receberam 1.200 mudas de plantas. O CNPEM também vai abrigar o laboratório de biossegurança máxima (NB4) Orion, considerado único no mundo e capaz de combater futuras pandemias, que está em construção. O que é o Sirius? Ciência Aberta: CNPEM, em Campinas, recebe 30 mil visitantes em 2026 CNPEM O Sirius é um laboratório de luz síncrotron de 4ª geração, que atua como uma espécie de "raio X superpotente" que analisa diversos tipos de materiais em escalas de átomos e moléculas. São apenas três no mundo com essa tecnologia. Para observar as estruturas, os cientistas aceleram os elétrons quase na velocidade da luz, fazendo com que percorram o túnel de 500 metros de comprimento 600 mil vezes por segundo. Depois, os elétrons são desviados para uma das estações de pesquisa, ou linhas de luz, para os experimentos. Esse desvio é realizado com a ajuda de ímãs superpotentes, e eles são responsáveis por gerar a luz síncrotron. Apesar de extremamente brilhante, ela é invisível a olho nu. Segundo os cientistas, o feixe é 30 vezes mais fino que o diâmetro de um fio de cabelo. Astronautas ficam impressionados com superlaboratório Sirius em visita a Campinas VÍDEOS: saiba tudo sobre Campinas e região Sirius, em Campinas (SP), será o 2º laboratório de luz síncrotron de 4ª geração do mundo Cesar Cocco Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

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