Revista Oeste
Na última semana, o governo norte-americano anunciou que vai classificar as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas . De acordo com a colunista de Oeste Ana Paula Henkel, a decisão parte do crescimento internacional das organizações fora da lei. Em relação ao PCC, a articulista afirma que o grupo criminoso deixou de ser um problema apenas para o Brasil. Ela reforça que a facção, que surgiu de dentro da cadeia, atua em diferentes países. "Durante muito tempo, o crescimento do PCC foi tratado como um fenômeno doméstico. Essa interpretação já não corresponde à realidade", afirma Ana Paula. "O PCC de hoje não é apenas uma facção criminosa nascida dentro do sistema prisional brasileiro. É uma organização transnacional com capacidade operacional em diferentes continentes, presença em rotas internacionais de tráfico e influência crescente sobre mercados ilícitos que movimentam bilhões de dólares todos os anos." + Leia mais notícias do Mundo em Oeste "Essa transformação ajuda a explicar por que Washington passou a olhar para a organização de forma diferente", prossegue a colunista. "A presença de integrantes e operadores ligados ao PCC em Estados americanos é observada há anos pelas autoridades locais." https://www.youtube.com/watch?v=t_18nHcyKz0&pp=ygURcmV2aXN0YSBvZXN0ZSBwY2M%3D PCC e CV, grupos terroristas Além de escrever sobre a ação internacional do PCC, Ana Paula Henkel se propõe a analisar o recado que o governo dos Estados Unidos manda para o Brasil ao classificar a facção paulista e o carioca CV como grupos terroristas — tal qual o Hamas e o Hezbollah. Disponível de forma exclusiva aos mais de 100 mil assinantes, o texto "O duro recado de Washington" integra a Edição 234 da Revista Oeste . Ainda não assina Oeste ? Clique aqui , escolha o plano, siga os passos indicados e passe a apoiar a publicação que não aceita publicidade governamental e apoia a liberdade e o liberalismo econômico. O post O PCC deixou de ser um problema brasileiro apareceu primeiro em Revista Oeste .
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