Jornal O Globo
A primeira vez que vi Zuenir Ventura – 95 anos hoje – ele vestia um macacão de frentista de posto de gasolina, talvez na cor azul tinteiro, um traje tão exuberante quanto o seu atual fardão, verde de frisos dourados, da Academia Brasileira de Letras. Foi no final dos anos 1970. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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