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Empresária participa de evento em Portugal e sai com outra visão após análise da proposta
Jornal O Globo

Empresária participa de evento em Portugal e sai com outra visão após análise da proposta

A influenciadora e empresária Ravena Hanniely, de 24 anos, afirma ter desistido de aderir ao Moonshot Club, mentoria apresentada durante o Power Day, evento promovido por Natalia Beauty em Portugal, após investir cerca de R$ 20 mil na viagem e concluir que a experiência não correspondeu às expectativas criadas antes da participação. Segundo ela, a decisão também foi influenciada pela análise do contrato da proposta, feita após o encontro. Quem inspirou a roupa de noiva de Dua Lipa? A resposta está em um casamento de 1971 Saiba: Estilista Karl Lagerfeld deixou para gata herança de R$ 7,5 milhões; após sete anos, quantia não foi repassada Ravena conta que viajou para Lisboa para participar do Power Day, realizado nos dias 18 e 19 de abril de 2026. O ingresso VIP custou 598 euros, cerca de R$ 4 mil, e o valor total da experiência, incluindo passagens, hospedagem, alimentação e transporte, se aproximou de R$ 20 mil. A proposta era vivenciar um ambiente voltado a desenvolvimento empresarial, networking e estratégias de crescimento. No entanto, segundo seu relato, a programação teria sido marcada por falhas de organização e por uma forte presença de apresentações comerciais de produtos e serviços ao longo dos dois dias. Entre eles, o Moonshot Club, mentoria empresarial oferecida como continuidade para participantes interessados. A influenciadora explica que chegou a considerar a contratação, mas solicitou acesso ao contrato antes de seguir com qualquer decisão. Foi a partir dessa leitura que, segundo ela, surgiram os principais questionamentos. Após investir quase R$ 20 mil em imersão de Natalia Beauty em Portugal, influenciadora desiste de mentoria Reprodução Instagram Entre os pontos que mais chamaram atenção estava uma cláusula que previa que a relação não seria caracterizada como relação de consumo nos termos do Código de Defesa do Consumidor, sendo regida pelo Código Civil. Para Ravena, esse foi um dos fatores decisivos para desistir da adesão. "Ao chegar nessa cláusula, comecei a questionar várias coisas. Eu tinha acabado de participar de um evento vendido comercialmente e estava diante de uma mentoria oferecida comercialmente. Foi um dos pontos que mais influenciaram minha decisão de não seguir adiante", diz. Ela também relata que outras previsões contratuais, como regras sobre multa, cancelamento, confidencialidade e uso de imagem, exigiriam uma análise mais detalhada antes da assinatura e que não teriam sido destacadas durante a apresentação no evento. Initial plugin text A empresária diz que a leitura do documento reforçou dúvidas que já haviam surgido durante a experiência em Portugal. "Eu cheguei aberta para aprender e fazer conexões, mas saí com a sensação de que tudo girava em torno da venda de novos produtos. Quando sentei para analisar o contrato com calma, percebi que não me sentia confortável em seguir com a contratação. O palco me convenceu. O contrato me fez desistir", conclui.

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