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É falsa reportagem atribuída ao GLOBO-Niterói sobre aprovação de dissídio de 7,2% para servidores municipais da cidade em 2026
Jornal O Globo

É falsa reportagem atribuída ao GLOBO-Niterói sobre aprovação de dissídio de 7,2% para servidores municipais da cidade em 2026

É falso o título de uma notícia que circula em grupos de WhatsApp de Niterói e atribui ao GLOBO-Niterói a publicação de uma reportagem sobre a suposta aprovação de um dissídio de 7,2% para servidores da prefeitura da cidade em 2026. Segundo a nota falsa, que estaria circulando entre profissionais da área de Educação em um print com a identidade visual do jornal, o governo do município e sindicatos teriam chegado a um acordo sobre a recomposição salarial para o próximo ano. No entanto, não há publicação sobre o tema feita pelo GLOBO. Gragoatá: Niterói abre consulta pública para revitalização da Praça da Cantareira Estudo da Coppe/UFRJ: Linha 3 do metrô reduziria viagem entre o Aeroporto Santos Dumont e Niterói de 75 para 11 minutos O GLOBO-Niterói entrou em contato com a Prefeitura de Niterói e com a Câmara Municipal para verificar a veracidade da informação. Segundo a assessoria da Câmara, a Casa não recebeu mensagem executiva da prefeitura sobre o tema. Já de acordo com a prefeitura, não houve assinatura de nenhuma medida neste sentido até o momento. O município não informou se há um percentual acordado ou em discussão com os servidores da Educação na cidade. Na semana passada, profissionais da rede municipal de educação de Niterói realizaram uma greve de 24 horas para cobrar melhores condições de trabalho, reajuste salarial e ampliação do quadro de funcionários nas escolas da cidade. A paralisação foi organizada pelo Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro — núcleo Niterói (Sepe-Niterói) — e contou com assembleia, ato público no Centro e ocupação da Câmara Municipal. Durante a manifestação, os participantes chegaram a interditar a Rua da Conceição por alguns minutos e depois ocuparam as galerias da Câmara. Segundo o sindicato, o movimento foi convocado diante do que a categoria classifica como “precarização” da rede municipal de ensino. Entre as principais reclamações estão a falta de professores de apoio educacional especializado, o aumento da sobrecarga de trabalho nas escolas, mudanças nas regras de lotação e remoção de profissionais e o fim da bidocência (presença de dois professores na sala de aula) na educação infantil. Na ocasião, em nota, a Secretaria Municipal de Educação (SME) afirmou que a paralisação teve "baixíssima adesão da categoria, menos de 1% dos profissionais de educação" da cidade. E que a SME e a Fundação Municipal de Educação mantêm diálogo permanente com os profissionais da rede, tendo recebido representantes da categoria nesta quarta-feira. "A SME e a FME esclarecem que questões muito pontuais apresentadas por algumas unidades já estão sendo encaminhadas e solucionadas". Initial plugin text

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