Renascença
À porta de uma multinacional que atua em 100 países, muitos concordam com as razões da greve, apesar de o pragmatismo falar mais alto: o dia de salário faz falta no fim do mês. Mas há também quem pense que faz falta mais flexibilidade para despedir, porque "só assim as empresas vão oferecer contratos de maior duração". Os relatos são de equipas com menos 20% a 50% de trabalhadores.
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