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Tio é morto a tiros pelo sobrinho após ameaça com enxadão no interior de SP
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Tio é morto a tiros pelo sobrinho após ameaça com enxadão no interior de SP

Tio é morto a tiros pelo sobrinho após ameaça com enxadão no interior de SP Um homem de 62 anos foi morto a tiros pelo sobrinho de 33 durante uma discussão familiar e tentativa de agressão, em Aguaí (SP), na manhã desta quarta-feira (3). A vítima foi identificada como Nilson Paulo Ferreira. Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram Segundo a Polícia Civil, o autor dos disparos, que trabalha como vigilante, alegou ter agido em legítima defesa. O caso foi registrado como homicídio e aconteceu por volta das 9h30, na residência do vigilante, no bairro Vila Nova. De acordo com o boletim de ocorrência, uma equipe da Polícia Militar fazia patrulhamento quando foi acionada para atender uma ocorrência de disparos de arma de fogo. Ao chegar ao local, os policiais foram informados por vizinhos de que haviam ouvido pelo menos cinco tiros, mas ninguém tinha saído do imóvel. Caso aconteceu em Aguaí (SP) na manhã desta quarta-feira (3) Sagui Florindo/Gazeta de Aguaí Como o portão estava fechado, os PMs pediram apoio. Pouco depois, o vigilante abriu o portão e se apresentou aos policiais com as mãos para cima e uma arma na cintura. Segundo o registro policial, ele informou que havia acionado a PM pelo telefone 190. O que disse o sobrinho Após ser desarmado, o homem relatou que estava em casa com a mãe e o tio quando Nilson começou a discutir com a irmã. Durante a confusão, ele teria ameaçado a mulher com uma faca. Ela deixou o imóvel, mas a discussão continuou entre tio e sobrinho. Ainda segundo o depoimento do vigilante, Nilson pegou um enxadão e passou a ameaçá-lo. O sobrinho afirmou que, ao se sentir acuado, sacou a arma, que era registrada, e efetuou os disparos. Um dos tiros atingiu o cabo da ferramenta. A vítima foi baleada no abdômen, no ombro e na cabeça. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas Nilson não resistiu aos ferimentos e morreu no local. À polícia, a mãe do vigilante afirmou que o irmão era usuário de crack e que os desentendimentos com a família eram frequentes. Ela pretendia até mudar de casa para não ter mais contato e evitar novos problemas. Após analisar os depoimentos iniciais e as evidências no local, a Polícia Civil entendeu que houve indícios de legítima defesa e, por isso, o vigilante não foi preso em flagrante. O caso seguirá sendo investigado por meio de inquérito policial. Laudos periciais, depoimentos e outras diligências deverão ajudar a esclarecer as circunstâncias da ocorrência. REVEJA VÍDEOS DA EPTV CENTRAL: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara

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