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Portela atualiza marca e coloca chapéu panamá em sua águia, numa homenagem a Monarco, enredo em 2027 | Collector
Portela atualiza marca e coloca chapéu panamá em sua águia, numa homenagem a Monarco, enredo em 2027
Jornal O Globo

Portela atualiza marca e coloca chapéu panamá em sua águia, numa homenagem a Monarco, enredo em 2027

Maior campeã do carnaval, com 22 títulos, a Portela anunciou nesta quarta-feira que atualizou sua marca para a folia de 2027. Sua tradicional águia ganhou um adorno: um chapéu panamá. Esta é uma homenagem ao seu ilustre baluarte Monarco (1933-2021), enredo da escola no ano que vem. Depoimento: 'Leniel era um pai ausente. Henry considerava meu pai mais próximo', diz Monique em interrogatório no julgamento Possível golpe: Polícia investiga suspeita de fraude em testamento de empresário morto que tinha patrimônio estimado em mais de R$ 1 bilhão A atualização foi desenvolvida a partir de ideia de Gabi Carneiro e Gil Lira, integrantes da equipe de comunicação da escola. A versão final foi construída em diálogo com a Direção de Carnaval e incorpora elementos da identidade visual do enredo que será desenvolvido pelo carnavalesco Paulo Barros, reforço para Portela, que, no ano que vem, ccompletará dez anos desde seu último título. Em 2017, encerrando um jejum de mais de 30 anos, foi Paulo Barros quem assinou o desfile campeão da azul e branca de Madureira. Declaração em tribunal: ‘Uma mãe não mata seu filho’, defende-se Monique Medeiros em julgamento pela morte de Henry Borel — Esse processo mostra a importância de abrir espaço para que todos possam criar, propor e contribuir com seus talentos. A comunicação da Portela é construída de forma coletiva, com uma gestão de carnaval e presidência que valorizam nosso departamento — observa Pedro Henrique Leite, coordenador de comunicação da Portela. Nosso objetivo comum é fazer a marca dialogar com este novo momento da Portela, sem perder a força, a história e o protagonismo que ela carrega. Hildemar Diniz ficou conhecido por um apelido de infância, que ganhou quando ainda vivia em Nova Iguaçu. Filho do marceneiro e poeta José Felipe Diniz, chegou a ajudar a mãe, separada, nas despesas da casa, vendendo mangas na feira da cidade da Baixada Fluminense. A homenagem tem o título "Ao mestre, com carinho" e foi escolhida pelo carnavalesco Paulo Barros. Monarco será enredo da Portela em 2027 Ana Branco / Agência O Globo / 06-10-2020 Facção criminosa: Operação no Rio e em outros três estados mira esquema de lavagem de dinheiro do CV; buscas acontecem na fronteira com o Paraguai Aos 10 anos, o carioca do bairro de Cavalcanti voltou a morar no Rio, desta vez em Oswaldo Cruz, onde passou a frequentar as rodas de samba. Ali conheceu bambas como Paulo da Portela, fundador da Azul e Branco, de quem se tornou discípulo. Na década de 1950, ingressou na Ala de Compositores da escola, levado por Alcides Malandro Histórico, de quem se tornou parceiro. Cavaquinista e percussionista, também foi diretor de harmonia. Na década de 1960, chegou a trocar a Portela pela Unidos de Jacarezinho (que o homenageou em 2005 com o enredo "Monarco; Voz e memória do samba, um passado de glória"), mas retornou à Portela em 1969. Em 1970, gravou, junto à Velha-Guarda da Portela , o disco "Portela passado de glória", produzido por Paulinho da Viola. Caso Henry: Veja os destaques do oitavo dia de julgamento de Jairinho e Monique Monarco é autor de alguns de sambas clássicos que exaltam a escola, como "Passado de glória", um dos "esquentas" obrigatórios da Portela antes de entrar na Avenida. O primeiro disco solo veio em 1976, com temas como "O quitandeiro" (com Paulo da Portela) e "Lenço" (com Francisco Santana). Outros de seus sucessos são "Triste desventura", "Vai vadiar" e "Coração em desalinho", essas duas últimas se tornaram grandes sucessos na voz do também portelense Zeca Pagodinho. Entre "Portela Passado de Glória", de 1970, e "Monarco de todos os tempos", de 2018, o compositor lançou 16 discos em sua carreira. Initial plugin text

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