Folha de S.Paulo
No carro, ouvindo "Meu Mundo É Hoje", do gênio Wilson Baptista , inconfundível na voz de Paulinho da Viola , tive a ideia desta coluna. Era fim de noite e o trânsito se arrastava na saída do aeroporto de Guarulhos para casa, depois de nove meses longe do Brasil. Contemplativa, dentro do carro o tempo tinha outra velocidade, a mesma de um samba que não envelhece, que anda com o vagar de quem já aprendeu que a pressa é inimiga da cadência. Leia mais (06/04/2026 - 19h39)
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