Jornal O Globo
Ela despontou nos anos 1990, na Lapa, o mais carioca dos bairros, que passava então por um processo de revitalização — cujo carro-chefe era exatamente a música. Ali, nos shows do antigo Bar Semente, Teresa Cristina colocou sua voz (e que voz) a serviço do samba e do choro. Agora, quase três décadas depois, esta sambista de 58 anos, criada na Vila da Penha, abre um novo capítulo de sua trajetória. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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