Folha de S.Paulo
No início do século 20, o parto nos Estados Unidos era muito diferente do que encontramos hoje na maioria das maternidades. Muitos partos hospitalares envolviam o "sono crepuscular", um coquetel de medicamentos que deixava a mulher inconsciente. Se ela começasse a se debater, como frequentemente acontecia, podia ser amarrada à cama. Não havia nenhum ente querido no quarto para defendê-la, e ela não tinha voz no processo. Apenas drogas e desorientação. Leia mais (06/06/2026 - 07h00)
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