Revista Oeste
O Mounjaro chegou ao Supremo Tribunal Federal, mas não na forma de processo. A medicação se tornou um emagrecedor popular na Praça dos Três Poderes. As canetas se disseminaram a ponto de interferir no sistema de reconhecimento facial da Corte. Segundo a coluna de Bela Megale, do jornal O Globo, os traços faciais dos usuários mudaram tanto que foi preciso fazer o recadastramento de muitos deles. Funcionários do Supremo se referiram ao caso como uma "reinicialização" do sistema. + Leia mais notícias de Brasil em Oeste Liberado nos Estados Unidos, seu país de origem, em maio de 2022, o medicamento foi aprovado para uso no Brasil apenas no fim de 2023, com indicação da Anvisa apenas para o tratamento de diabetes. Em junho de 2025, o órgão ampliou a indicação também para o controle de peso em pacientes com obesidade ou sobrepeso associado a comorbidades. Atualmente, o Mounjaro é um dos maiores negócios da indústria farmacêutica. No primeiro trimestre de 2026, a Lilly faturou US$ 8,7 bilhões apenas com esse medicamento. O post Mounjaro muda rostos no STF apareceu primeiro em Revista Oeste .
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