Folha de S.Paulo
No meu alcoolismo ativo , nunca dei a menor bola para dinheiro. Mesmo tendo saldo, não pagava nada em dia: simplesmente ignorava as contas. Não tinha o mínimo controle. Era comum, nos bares, pagar a conta para todo mundo. Bastava beber que eu virava milionária. Quem sentasse comigo tinha a sorte de ter o consumo pago por mim. E, quanto mais eu bebia, mais eu esbanjava. Leia mais (06/08/2026 - 12h05)
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