Jornal O Globo
A cinco dias da estreia da seleção na Copa do Mundo, as atenções se voltaram para o esquema tático que Carlo Ancelotti adotará contra Marrocos, sábado, em Nova Jersey. A principal questão envolve o meio de campo, que pode ter dois ou três homens. Titular da posição e um dos homens de confiança do técnico italiano, Bruno Guimarães lamentou o corte do lateral-direito Wesley por lesão, e ressaltou que o volante Ederson, seu substituto, pode ajudar tanto o meio-campo quanto outras posições. — Todos receberam a notícia (do corte de Wesley) com muita tristeza. Estar em uma Copa é o ápice da nossa carreira. Desejar ao Wesley uma pronta recuperação. E aproveitar e desejar boa sorte ao Ederson. Ederson é um cara que pode jogar em mais de uma função. É um grande jogador — afirmou Guimarães. Questionado sobre a possibilidade de a seleção brasileira ter um jogador a mais no meio-campo, o camisa 8 avaliou que a formação usada contra o Egito, com três jogadores no setor, traz diferenças ofensivas e defensivas em relação ao esquema com apenas ele e Casemiro, usado contra o Panamá: — Para atacar o 4-2-4 te dá mais opções, mas ao mesmo tempo o time fica mais direto. Acho que nesse jogo (contra o Egito), comparando ao jogo contra o Panamá, a gente defendeu melhor também. O gol foi uma infelicidade nossa, eles não produziram para fazer gol na gente — comparou. Matéria em atualização
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