Renascença
Em entrevista à Renascença, o antigo ministro das Finanças afirma que a “flexibilidade laboral é muito importante, mas as reformas estruturais não devem ser consideradas isoladamente”. Vítor Gaspar considera “quase certo” um recuo da dívida pública portuguesa “abaixo dos 80%”, até ao final da década, mas adverte que a prosperidade da próxima geração “exige reformas estruturais”. No plano europeu, o antigo diretor do Departamento de Finanças Públicas do FMI admite que a construção do Mercado Único “não foi posta em prática com a ambição que deveria ter tido”.
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