Jornal O Globo
A comunidade astronômica internacional iniciou a contagem regressiva para 2 de agosto de 2027, data de um eclipse solar total histórico. De acordo com dados divulgados pela Nasa, este evento se configura como um dos marcos mais significativos do século XXI, superando consideravelmente a duração de fenômenos anteriores. Em seu ápice, o eclipse manterá uma fase de escuridão total por seis minutos e 22 segundos, um número que estabelece um novo recorde em comparação com o evento de 11 de julho de 1991, que durou dois minutos e dez segundos. Entenda: Pentágono vê crescente ameaça de espionagem vinda de Israel Veja cliques: Igor Cosso abre álbum de fotos do casamento com Heron Leal O interesse por este evento aumentou consideravelmente após o impacto do eclipse de 8 de abril de 2024, que cobriu partes dos Estados Unidos, México e Canadá durante quatro minutos e 28 segundos. Dada a magnitude projetada para 2027, especialistas sugerem que os observadores planejem viagens para áreas distantes da poluição luminosa e que possuam o equipamento adequado. O uso de telescópios e binóculos de última geração com certificação ISO 12312-2 é essencial; essa certificação é indispensável para proteger a visão da radiação solar direta. A trajetória da sombra da Lua começará no Oceano Atlântico e seguirá pelo norte da África. Países como Marrocos, Tunísia, Líbia e Egito estão ao longo da principal faixa de visibilidade do eclipse, que continuará em direção à Arábia Saudita e ao Iêmen antes de terminar nas águas do Oceano Índico. Especialistas identificaram a cidade de Luxor, no Egito, como o epicentro ideal para observação, já que a totalidade do fenômeno poderá durar até seis minutos e 23 segundos. A Nasa também confirmou que um eclipse parcial será visível em diversos países europeus, no sul da Ásia e em países africanos como Argélia, Sudão e Somália. Fisicamente, o evento apresentará números impressionantes. A sombra da Lua se deslocará pela superfície da Terra a uma velocidade de aproximadamente 258 quilômetros por hora, cobrindo uma faixa de 15.227 quilômetros de comprimento. Este conteúdo foi produzido por uma equipe do LA NACION com o auxílio de IA.
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