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O iPhone 17 foi o celular mais vendido do mundo no primeiro trimestre de 2026, segundo levantamento da Counterpoint Research. O modelo que corresponde a 6% das vendas globais de smartphones no período é seguido pelo iPhone 17 Pro Max e iPhone 17 Pro. O ranking ainda inclui aparelhos mais acessíveis como da linha da linha Galaxy A da Samsung e Redmi A5 da Xiaomi , o que reforça a força dos celulares de entrada e intermediários em mercados de grande volume. Ao todo, os dez celulares mais vendidos concentraram 25% das vendas globais no trimestre, a maior participação já registrada para um primeiro trimestre, segundo a consultoria. Nas linhas a seguir, o TechTudo mostra quais foram os dez celulares mais vendidos do mundo em 2026 até agora, seus principais destaques e para quem cada modelo é indicado. Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Melhor celular intermediário 2026: veja opções Samsung, Xiaomi e mais iPhone 17 é o celular mais vendido do mundo em 2026 Reprodução/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Onde trocar celular Samsung? Veja no Fórum do TechTudo Initial plugin text Esses são os 10 celulares mais vendidos do mundo em 2026 Nesta matéria, o TechTudo mostra quais foram os celulares mais vendidos do mundo no primeiro trimestre de 2026, segundo levantamento da Counterpoint Research. Confira os tópicos, organizados por preço: Os celulares mais vendidos do mundo em 2026 Galaxy A07 4G: Android mais vendido com preço baixo e seis anos de updates Redmi A5: básico da Xiaomi com tela grande e bateria de 5.200 mAh Galaxy A17 4G: básico com tela AMOLED e preço baixo Galaxy A17 5G: modelo barato com 5G, tela AMOLED e IA Galaxy A36 5G: intermediário com tela de 120 Hz e recarga mais rápida Galaxy A56 5G: intermediário premium com boa tela e suporte longo iPhone 16: geração anterior ainda forte entre os mais vendidos iPhone 17: líder global com tela de 120 Hz e câmeras de 48 MP iPhone 17 Pro: câmera avançada e desempenho Pro em corpo menor iPhone 17 Pro Max: modelo mais avançado da Apple ficou em segundo lugar Initial plugin text Os celulares mais vendidos do mundo em 2026 O ranking da Counterpoint Research mostra quais celulares tiveram maior participação nas vendas globais de smartphones no primeiro trimestre de 2026. A lista considera unidades vendidas no período e funciona como um termômetro do mercado: ela ajuda a entender quais marcas e faixas de preço tiveram mais força entre consumidores de diferentes países. No levantamento, a Apple ocupou as três primeiras posições. O iPhone 17 liderou a lista, seguido por iPhone 17 Pro Max e iPhone 17 Pro. O resultado indica que a procura por modelos premium da marca continuou forte no início de 2026, especialmente em mercados onde o iPhone tem maior presença. A Samsung aparece com cinco modelos da linha Galaxy A entre os dez mais vendidos, mostrando o peso dos celulares de entrada e intermediários no volume global de vendas. Já a Xiaomi fecha o ranking com o Redmi A5, modelo básico voltado a quem busca tela grande, bateria robusta e custo mais baixo. Os celulares mais vendidos do mundo em 2026 Galaxy A07 4G: Android mais vendido com preço baixo e seis anos de updates O Galaxy A07 4G foi o Android mais vendido do mundo no primeiro trimestre de 2026, segundo a Counterpoint Research. O modelo se destaca por unir preço baixo, tela grande, bateria competente e promessa de suporte prolongado, algo incomum em celulares de entrada. A Samsung promete até seis atualizações de versão do Android e até seis anos de updates de segurança, o que ajuda a explicar a boa aceitação do aparelho em mercados sensíveis a preço. A ficha técnica é simples, mas suficiente para tarefas básicas. O celular tem tela PLS LCD de 6,7 polegadas, resolução HD+ e taxa de atualização de 90 Hz, combinação adequada para redes sociais e navegação. Por outro lado, o brilho é limitado. No desempenho, o aparelho usa o processador MediaTek Helio G99, acompanhado de versões com 4 GB — que pode apresentar engasgos no uso diário — ou 8 GB de RAM e 128 GB ou 256 GB de armazenamento, com suporte a cartão microSD de até 2 TB. Samsung Galaxy A07 4G tem seis anos de atualizações de software garantidas Reprodução/Mercado Livre A bateria de 5.000 mAh também pesa a favor. O Galaxy A07 foi destacado pela boa autonomia, com pontuação de uso ativo de 12h44 em testes do GSMArena. Nas câmeras, o Galaxy A07 traz sensor principal de 50 MP e câmera frontal de 8 MP, suficiente apenas para registros casuais. O aparelho tem proteção IP54 contra poeira e respingos, mas carece de 5G e NFC. No Mercado Livre, o Galaxy A07 4G aparece por a partir de R$ 589. Prós: preço baixo; bateria de 5.000 mAh; promessa de seis anos de atualizações; tela grande de 90 Hz; microSD de até 2 TB; Contras: não tem 5G; não tem NFC; tela LCD com resolução HD+; câmeras simples; versão com 4 GB de RAM pode engasgar; Para quem é indicado: usuários que querem um celular barato para WhatsApp, redes sociais, vídeos, chamadas, apps de banco e uso leve no dia a dia; Para quem não é indicado: quem busca 5G, pagamentos por aproximação, tela AMOLED, câmeras melhores ou desempenho para jogos pesados. Redmi A5: básico da Xiaomi com tela grande e bateria de 5.200 mAh O Redmi A5 é o único modelo da Xiaomi entre os dez celulares mais vendidos do mundo no primeiro trimestre de 2026. O aparelho aposta no básico que funciona: tela grande, bateria robusta e preço baixo. A ficha inclui painel IPS LCD de 6,88 polegadas, resolução HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, combinação simples, mas interessante para quem usa o celular principalmente redes sociais e navegação. O desempenho fica por conta do processador Unisoc T7250, acompanhado de versões com 3 GB ou 4 GB de RAM e 64 GB ou 128 GB de armazenamento, com suporte a microSD. A configuração é voltada a tarefas leves e não deve ser confundida com a de um intermediário. O chip tem velocidade máxima de 1,8 GHz, mas a litografia de 12 nanômetros não favorece tanto a eficiência energética quanto processadores mais modernos. Redmi A5 pode deixar a desejar em desempenho Reprodução/Amazon Nas câmeras, o Redmi A5 traz sensor principal de 32 MP, lente auxiliar QVGA e câmera frontal de 8 MP. O conjunto atende registros simples, mas pode deixar a desejar em ambientes com pouca luz. A gravação é limitada a Full HD a 30 quadros por segundo (fps). Em análise do Supreme Mobiles, o modelo recebeu nota alta em custo-benefício e bateria, mas teve câmera, segurança e desempenho em jogos como pontos mais modestos. A bateria de 5.200 mAh é um dos maiores atrativos do aparelho. Segundo a Xiaomi, o Redmi A5 pode chegar a 20,7 horas de reprodução de vídeo, 14,24 horas de leitura contínua e 9,14 horas de jogos. O carregamento, por outro lado, é de apenas 15 W, potência baixa para uma bateria desse tamanho. O celular também traz Android 15 Go Edition, Bluetooth 5.2, entrada para fone de ouvido e leitor de digitais. Na Amazon, o Redmi A5 aparece por a partir de R$ 649. Prós: preço baixo; tela grande de 120 Hz; bateria de 5.200 mAh; entrada para fone de ouvido; suporte a microSD; Contras: não tem 5G; tela LCD com resolução HD+; desempenho limitado; câmeras simples; carregamento de apenas 15 W; Para quem é indicado: usuários que querem um celular barato para tarefas básicas, como WhatsApp, chamadas, vídeos, redes sociais e navegação; Para quem não é indicado: quem busca 5G, tela AMOLED, câmeras melhores, jogos pesados, multitarefa intensa ou carregamento rápido. Galaxy A17 4G: básico com tela AMOLED e preço baixo Tela AMOLED, bateria de 5.000 mAh e preço abaixo de R$ 1.000 ajudam a colocar o Galaxy A17 4G como uma opção de entrada mais completa que o Galaxy A07, embora sem conexão 5G. O modelo tem painel Super AMOLED de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de 90 Hz, combinação acima do comum entre celulares baratos. O desempenho fica por conta do MediaTek Helio G99, mesmo chip usado no Galaxy A07 4G, acompanhado de versões com 4 GB ou 8 GB de RAM e 128 GB ou 256 GB de armazenamento, com expansão via microSD. A configuração atende bem tarefas básicas, mas não é indicada para jogos pesados ou multitarefa intensa. Em análise do Notebookcheck, o aparelho foi descrito como suficiente para a maioria das tarefas cotidianas, embora o SoC seja relativamente lento em usos mais exigentes. Galaxy A17 tem tela que surpreende para a faixa de preço Divulgação/Samsung Nas câmeras, o Galaxy A17 4G traz sensor principal de 50 MP, ultrawide de 5 MP, macro de 2 MP e câmera frontal de 13 MP. O conjunto é mais versátil que o de modelos básicos com apenas uma câmera, mas as lentes secundárias têm resolução baixa e a gravação fica limitada a Full HD a 30 quadros por segundo (fps). A bateria tem 5.000 mAh com carregamento de até 25 W. No teste do Notebookcheck, o aparelho chegou a cerca de 13 horas de navegação por Wi-Fi, resultado mediano frente a alguns concorrentes da mesma faixa. No Mercado Livre, o Galaxy A17 4G aparece por a partir de R$ 798. Prós: tela Super AMOLED Full HD+ de 90 Hz; NFC; microSD; proteção Gorilla Glass Victus; promessa de até seis anos de atualizações; Contras: não tem 5G; desempenho limitado para usos pesados; câmeras secundárias simples; bateria apenas mediana em testes especializados; Para quem é indicado: usuários que querem um Samsung barato com tela melhor que a média, bom pacote para uso básico, NFC e suporte prolongado; Para quem não é indicado: quem precisa de 5G, joga títulos pesados, grava muitos vídeos ou busca câmeras mais avançadas. Galaxy A17 5G: modelo barato com 5G, tela AMOLED e IA A combinação de 5G, tela AMOLED e preço baixo ajuda a explicar por que o Galaxy A17 5G apareceu entre os celulares mais vendidos do mundo no primeiro trimestre de 2026. O modelo funciona como um degrau acima do Galaxy A07 4G dentro da linha de entrada da Samsung, especialmente por oferecer internet móvel mais rápida, resolução Full HD+ e painel Super AMOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz. O celular é equipado com o processador Exynos 1330 na versão 5G, acompanhado de opções com 4 GB ou 8 GB de RAM e 128 GB ou 256 GB de armazenamento, com expansão via microSD de até 2 TB. O aparelho também traz recursos de Inteligência Artificial (IA), como Gemini Live e Circule para Pesquisar, além de NFC para pagamentos por aproximação. A Samsung promete seis anos de atualizações de sistema e segurança. Galaxy A17 leva vantagem pela conectividade 5G Reprodução/Casas Bahia Nas câmeras, o Galaxy A17 5G traz sensor principal de 50 MP, ultrawide de 5 MP, macro de 2 MP e câmera frontal de 13 MP. Ainda assim, o aparelho grava apenas em Full HD a 30 quadros por segundo (fps), sem suporte a 4K. Em review do PhoneArena, o modelo foi elogiado pela tela AMOLED, pelo armazenamento e pela política de seis anos de updates, mas teve desempenho, vídeo e som mono apontados como limitações. A bateria tem 5.000 mAh e carregamento de até 25 W. Em testes do PhoneArena, o Galaxy A17 5G teve boa autonomia, com estimativa de pouco mais de oito horas de tela, 17h36 em navegação e 13h26 em reprodução de vídeo. O ponto de atenção fica para a velocidade: o carregamento completo levou cerca de 1h31 no teste do site, e o carregador mais potente não costuma vir na caixa. No Mercado Livre, o Galaxy A17 5G aparece por a partir de R$ 838. Prós: conectividade 5G; tela Super AMOLED Full HD+; câmera principal de 50 MP com OIS; NFC; seis anos de atualizações; Contras: desempenho limitado para usuários exigentes; gravação limitada a Full HD; som mono; carregador de 25 W vendido separadamente em muitos casos; Para quem é indicado: usuários que querem um Samsung barato com 5G, tela boa, pagamentos por aproximação, bateria para o dia a dia e suporte prolongado; Para quem não é indicado: quem busca desempenho para jogos pesados, gravação em 4K, som estéreo ou câmeras mais versáteis. Galaxy A36 5G: intermediário com tela de 120 Hz e recarga mais rápida No meio da linha Galaxy A, o Galaxy A36 5G aparece como uma opção para quem quer ir além dos modelos básicos sem pagar por um topo de linha. O aparelho tem tela Super AMOLED de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, conjunto mais fluido que o dos Galaxy A17 e A07. O brilho máximo de até 1.900 nits, a proteção Gorilla Glass Victus Plus e a certificação IP67 contra água e poeira também reforçam a proposta de um intermediário mais completo. O desempenho fica por conta do Snapdragon 6 Gen 3, acompanhado de 6 GB ou 8 GB de RAM e 128 GB ou 256 GB de armazenamento. O chip não transforma o A36 em um celular gamer, mas entrega fôlego suficiente para redes sociais, navegação, multitarefa moderada e jogos populares. Em análise do PhoneArena, o modelo foi descrito como um bom intermediário, embora com performance apenas mediana para a faixa. Samsung Galaxy A36 é uma boa opção custo-benefício da Samsung Divulgação/Samsung Nas câmeras, o Galaxy A36 5G traz sensor principal de 50 MP com estabilização óptica de imagem (OIS), ultrawide de 8 MP, macro de 5 MP e câmera frontal de 12 MP. O conjunto grava em 4K a 30 quadros por segundo (fps), o que já o coloca acima dos modelos mais baratos da linha A. Ainda assim, o PhoneArena apontou que a qualidade de vídeo decepciona em alguns cenários e que a câmera não chega a ser um grande salto sobre a geração anterior. O aparelho também tem recursos de IA, como apagador de objetos e Circule para Pesquisar. A bateria tem 5.000 mAh, mas o avanço mais importante está no carregamento rápido de 45 W. Segundo a Samsung, o celular pode chegar a 66% em 30 minutos e completar a carga em até 68 minutos com carregador compatível, que pode ser vendido separadamente. No Mercado Livre, o Galaxy A36 5G aparece por a partir de R$ 1.412. Prós: tela Super AMOLED Full HD+ de 120 Hz; certificação IP67; câmera principal de 50 MP com OIS; gravação em 4K; carregamento de 45 W; Contras: não tem microSD; desempenho apenas intermediário; câmera macro pouco útil; carregador de 45 W pode ser vendido separadamente; Para quem é indicado: usuários que querem um Samsung intermediário com boa tela, 5G, resistência à água, recursos de IA e recarga mais rápida; Para quem não é indicado: quem precisa de expansão por cartão de memória, busca desempenho gamer ou quer câmeras mais próximas de um topo de linha. Galaxy A56 5G: intermediário premium com boa tela e suporte longo O Galaxy A56 5G chega ao ranking global com a popularidade de um intermediário que já vinha se destacando em vendas desde 2025. O modelo combina tela Super AMOLED de 6,7 polegadas, resolução Full HD+, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 1.900 nits, conjunto que entrega uma experiência mais próxima de celulares premium. A construção também é um ponto forte, com moldura de metal, Gorilla Glass Victus+ na frente e atrás e certificação IP67 contra água e poeira. No desempenho, o aparelho usa o Exynos 1580, chip de 4 nanômetros com frequência máxima de 2,9 GHz, acompanhado de 8 GB de RAM e opções de 128 GB ou 256 GB de armazenamento. Em review, o TechTudo destacou que o modelo lida bem com multitarefa, redes sociais, navegação e aplicativos de edição, como CapCut. O celular não tem entrada para microSD, o que exige atenção na escolha da versão de armazenamento. TUDO o que VOCÊ precisa saber sobre o novo Samsung A56! O conjunto fotográfico reúne câmera principal de 50 MP com estabilização óptica de imagem (OIS), ultrawide de 12 MP e macro de 5 MP, enquanto a frontal tem 12 MP. No review do TechTudo, as fotos foram elogiadas pela nitidez, fidelidade de cores e bom aproveitamento até em ambientes pouco iluminados. O aparelho grava em 4K a 30 quadros por segundo (fps) e traz recursos de IA, como Melhor Rosto, apagador de objetos, sugestões de edição, Gemini e Circule para Pesquisar. A bateria tem 5.000 mAh e, segundo o review, entrega autonomia para um dia inteiro de uso moderado. O carregamento rápido de 45 W é um diferencial importante na linha Galaxy A, mas o adaptador incluído na caixa é de 15 W. A Samsung promete seis anos de atualizações de sistema e segurança, ponto que reforça o custo-benefício para quem pretende ficar mais tempo com o aparelho. No MagaLu, o Galaxy A56 5G aparece por a partir de R$ 1.889. Prós: tela Super AMOLED de 120 Hz; construção com Gorilla Glass Victus+ e IP67; bom desempenho para a categoria; câmera principal de 50 MP com OIS; seis anos de atualizações; Contras: não tem microSD; carregador de 15 W na caixa limita a recarga; câmera macro tem uso mais restrito; não é indicado para jogos pesados no máximo; Para quem é indicado: usuários que querem um intermediário Samsung completo, com boa tela, câmeras competentes, recursos de IA, 5G e suporte longo; Para quem não é indicado: quem precisa de expansão por cartão de memória, busca desempenho de topo de linha ou quer o menor preço possível. iPhone 16: geração anterior ainda forte entre os mais vendidos Mesmo fora da geração mais recente da Apple, o iPhone 16 continua atraente por entregar desempenho alto, câmeras confiáveis, integração com o ecossistema da marca e preço mais baixo que o dos iPhones 17. A ficha inclui tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas, resolução de 2.556 x 1.179 pixels, brilho máximo de 2.000 nits e proteção Ceramic Shield. O desempenho fica por conta do chip Apple A18, fabricado em processo de 3 nanômetros o processador foi pensado para rodar recursos da Apple Intelligence. O modelo também tem 8 GB de RAM, opções de 128 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento e não aceita cartão de memória. iPhone 16 é anunciado pela Apple com IA e mais; veja preços e detalhes Nas câmeras, o iPhone 16 aposta em um conjunto traseiro duplo, com sensor principal de 48 MP e ultrawide de 12 MP. O aparelho grava em 4K Dolby Vision, tem modo Cinema e usa a câmera principal para entregar zoom de 2x com qualidade óptica. Em review do Alex Reviews Tech, o celular foi elogiado pelo design, pelas cores, pelo chip A18 e pela chegada do Botão de Ação aos modelos mais acessíveis, mas recebeu críticas pela tela de apenas 60 Hz, câmeras limitadas e autonomia inconsistente. A bateria promete até 22 horas de reprodução de vídeo, segundo a Apple. O iPhone 16 também oferece 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3, NFC, Face ID, certificação IP68 e entrada USB-C. No Mercado Livre, o iPhone 16 aparece por a partir de R$ 4.589. Prós: chip Apple A18; boas câmeras para uso cotidiano; 5G e Wi-Fi 7; certificação IP68; preço menor que o do iPhone 17; Contras: tela limitada a 60 Hz; não tem teleobjetiva; armazenamento inicial de 128 GB; carregador vendido separadamente; Para quem é indicado: usuários que querem um iPhone recente, com bom desempenho, câmeras confiáveis e preço mais baixo que o da linha 17; Para quem não é indicado: quem faz questão de tela de 120 Hz, câmera frontal Center Stage, mais armazenamento base ou recursos mais recentes do iPhone 17. iPhone 17: líder global com tela de 120 Hz e câmeras de 48 MP O iPhone 17 trouxe avanços importantes em relação ao iPhone 16, como tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com taxa de atualização de até 120 Hz, brilho máximo de 3.000 nits e proteção Ceramic Shield 2 na parte frontal. Na prática, essas mudanças deixam a navegação mais fluida e aproximam o modelo básico de recursos que antes ficavam restritos aos iPhones Pro. O aparelho tem sistema duplo Fusion de 48 MP, formado por câmera principal e ultrawide, além de câmera frontal Center Stage de 18 MP. O sensor frontal quadrado permite tirar selfies na horizontal sem girar o celular e ajusta o enquadramento automaticamente em chamadas de vídeo. O modelo ainda grava em 4K a 60 quadros por segundo (fps) e traz recursos como Captura Dupla, que usa as câmeras frontal e traseira ao mesmo tempo. iPhone 17: saiba tudo sobre o novo celular da Apple No desempenho, o celular usa o chip Apple A19, acompanhado de 8 GB de RAM e opções de 256 GB ou 512 GB de armazenamento. A Apple destaca ganhos de eficiência, suporte a recursos da Apple Intelligence e bateria para até 30 horas de reprodução de vídeo. Em review do PhoneArena, o iPhone 17 foi elogiado pela tela, pelo desempenho e pela proposta de valor dentro da linha, embora a ausência de uma teleobjetiva dedicada e a autonomia apenas mediana em alguns testes tenham sido apontadas como limitações. Na Amazon, o iPhone 17 aparece por a partir de R$ 5.808. Prós: tela OLED de 120 Hz; chip Apple A19; câmeras traseiras de 48 MP; câmera frontal Center Stage de 18 MP; armazenamento inicial de 256 GB; Contras: não tem câmera teleobjetiva dedicada; carregador vendido separadamente; preço ainda alto; bateria pode ficar abaixo de rivais Android com células maiores; Para quem é indicado: usuários que querem um iPhone atual, com tela fluida, bom desempenho, câmeras confiáveis e vida útil longa; Para quem não é indicado: quem busca melhor custo-benefício, zoom óptico avançado, carregamento mais rápido ou recursos profissionais dos modelos Pro. iPhone 17 Pro: câmera avançada e desempenho Pro em corpo menor O iPhone 17 Pro ficou em terceiro lugar entre os celulares mais vendidos do mundo no primeiro trimestre de 2026. O modelo tem proposta parecida com a do iPhone 17 Pro Max, mas em um corpo menor, com tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas, resolução de 2.622 x 1.206 pixels, taxa de atualização de 120 Hz, brilho de até 3.000 nits e proteção Ceramic Shield 2, o que deve proporcionar excelente definição em reprodução de mídias. Ele traz três sensores traseiros de 48 MP: principal, ultrawide e teleobjetiva. A lente teleobjetiva oferece zoom óptico de até 8x, enquanto o zoom digital chega a 40x. Na análise de câmera do Lux/Halide, o aparelho foi elogiado pela evolução da teleobjetiva, pelo ganho de detalhe em diferentes distâncias focais e pela experiência de uso mais criativa para fotos com zoom. iPhone 17 Pro se diferencia pelo conjunto de câmeras triplo de 48 MP Amanda Zola/TechTudo Para vídeo, o iPhone 17 Pro também mira criadores de conteúdo e usuários avançados. O aparelho grava em 4K a até 120 quadros por segundo (fps) e oferece recursos como ProRes RAW, Apple Log 2, Captura Dupla, gravação espacial e compatibilidade com fluxos profissionais. A câmera frontal Center Stage de 18 MP usa sensor quadrado para permitir selfies na horizontal sem girar o celular e ajustar o enquadramento automaticamente quando mais pessoas entram na cena. No desempenho, o modelo usa o chip Apple A19 Pro, com CPU de seis núcleos, GPU de seis núcleos e Neural Accelerators voltados a tarefas de Inteligência Artificial (IA). O aparelho alcançou pontuação de 2.320.908 no AnTuTu, atrás apenas do iPhone 17 Pro Max dentro da linha Apple. O celular tem 12 GB de RAM, opções de 256 GB, 512 GB ou 1 TB de armazenamento e não aceita cartão de memória. A bateria promete até 31 horas de reprodução de vídeo, segundo a Apple, com recarga de 50% em cerca de 20 minutos usando adaptador compatível. No Mercado Livre, o iPhone 17 Pro aparece por a partir de R$ 8.369. Prós: tela OLED de 120 Hz; chip A19 Pro; três câmeras traseiras de 48 MP; zoom óptico de até 8x; gravação em 4K a 120 fps; formato menor que o Pro Max; Contras: preço alto; não tem cartão microSD; carregador vendido separadamente; bateria menor que a do Pro Max; Para quem é indicado: usuários que querem câmeras e desempenho de linha Pro, mas preferem um celular menor que o iPhone 17 Pro Max; Para quem não é indicado: quem busca custo-benefício, bateria máxima da linha Apple ou não pretende usar zoom avançado, ProRes RAW e recursos profissionais de vídeo. iPhone 17 Pro Max: modelo mais avançado da Apple ficou em segundo lugar O iPhone 17 Pro Max foi o segundo celular mais vendido do mundo no primeiro trimestre de 2026, e aparece como a opção mais poderosa da Apple no ranking. O modelo tem tela Super Retina XDR OLED de 6,9 polegadas, resolução de 2.868 x 1.320 pixels, taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 3.000 nits, o que reforça a proposta premium do aparelho. A construção também mudou nesta geração, com corpo unibody de alumínio e um novo módulo traseiro horizontal para as câmeras. O conjunto fotográfico é um dos principais diferenciais em relação ao iPhone 17 comum. O Pro Max traz três câmeras traseiras de 48 MP, incluindo principal, ultrawide e teleobjetiva, além de câmera frontal Center Stage de 18 MP. A lente teleobjetiva oferece zoom óptico de até 8x, o maior já usado em um iPhone, segundo a Apple. Para vídeo, o aparelho grava em 4K Dolby Vision a até 120 quadros por segundo (fps) e oferece recursos profissionais como ProRes RAW, Apple Log 2 e genlock. iPhone 17 Pro Max tem design chamativo na cor laranja Reprodução/Apple No desempenho, o aparelho usa o chip Apple A19 Pro, acompanhado de 12 GB de RAM e opções de armazenamento que chegam a 2 TB. O processador tem seis núcleos, velocidade máxima de 4,26 GHz e arquitetura de 3 nanômetros. O modelo também apareceu à frente de todos os outros celulares da Apple no ranking do AnTuTu, com 2.374.676 pontos. Em review do Thurrott, o iPhone 17 Pro Max foi elogiado pelo desempenho, bateria, câmeras, Face ID e integração com o ecossistema da Apple, embora o autor tenha criticado a quantidade de apps pré-instalados. A bateria também é um ponto de destaque. A Apple promete até 37 horas de reprodução de vídeo, maior duração já informada pela marca em um iPhone. O modelo tem carregamento rápido, com promessa de recuperar 50% da carga em cerca de 20 minutos com adaptador compatível, vendido separadamente. Na Amazon, o iPhone 17 Pro Max aparece por a partir de R$ 10.169. Prós: tela OLED grande de 120 Hz; chip A19 Pro; câmera tripla de 48 MP; zoom óptico de até 8x; gravação em 4K Dolby Vision a 120 fps; bateria de longa duração; Contras: preço alto; carregador vendido separadamente; aparelho grande e pesado; recursos profissionais podem ser exagerados para uso comum; Para quem é indicado: usuários que querem o iPhone mais completo, com foco em câmera, vídeo, desempenho, bateria e integração com Apple Watch, AirPods, iPad e Mac; Para quem não é indicado: quem busca custo-benefício, prefere celulares compactos ou não pretende usar zoom avançado, gravação profissional e alto desempenho em tarefas pesadas. Com informações de TechTudo (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10), PhoneArena (1, 2 e 3), Thurrott, Lux, GSMArena, AlexReviewsTech e notebookcheck Mais de TechTudo Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de junho de 2026.
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