Jornal O Globo
Começou a temporada do uso político de Deus, uma manipulação permitida e incentivada por líderes evangélicos. A declaração de Flávio Bolsonaro de que é uma “guerra espiritual” e “uma luta contra o mal”, se referindo à eleição deste ano, no qual ele é um dos pré-candidatos, repete o roteiro de abuso do poder religioso. Pastores, por serem líderes seguidos pela congregação, restringem a liberdade de escolha dos fiéis ao se posicionarem tão explicitamente em uma questão que deveria estar restrita ao campo cívico. O político que se utiliza disso está tendo uma atitude farisaica. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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