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Marido de Danúbia Rangel, ex de Nem, publica texto após mulher voltar para a prisão | Collector
Marido de Danúbia Rangel, ex de Nem, publica texto após mulher voltar para a prisão

Marido de Danúbia Rangel, ex de Nem, publica texto após mulher voltar para a prisão

Após a Justiça do Rio cassar a prisão domiciliar concedida a Danúbia de Souza Rangel, ex-mulher do traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, seu atual marido compartilhou um texto nas redes sociais defendendo-a. HCalvin, um cantor de São João de Meriti com quem tem uma filha, escreveu: "Não vou descansar enquanto você não voltar para casa". Nesta semana, ela se apresentou após ser determinada a volta dela para a cadeia, em regime semiaberto. Em 2025, Danúbia angel foi presa após dar à luz. Relembre Ex do traficante Nem, Xerifa da Rocinha: quem é Danúbia Rangel e por que voltou para a cadeia A decisão recente da Justiça, de relatoria da desembargadora Katia Maria Amaral Jangutta, aceitou o recurso do Ministério Público do Rio (MPRJ) contra o benefício concedido 12 dias após o encarceramento de Danúbia. Ela se apresentou na manhã desta terça-feira ao juiz da Vara de Execuções Penais (VEP), Rafael Estrela. No texto para Danúbia, HCalvin escreveu: "Eu nunca vou soltar sua mão. Eu vi todo o seu esforço. Vi as noites em que você chorou sem entender o porquê de tantas dificuldades, depois de tudo o que já perdemos e de tudo o que tivemos que enfrentar. Vi a sua vontade de cuidar das nossas meninas, que são os nossos bens mais preciosos. Vi sua gratidão pela oportunidade que recebeu e a forma como você a abraçou com todo o coração. Quero que você saiba que estou aqui, torcendo e lutando para que tudo dê certo. Por você, por nós e pela nossa família. Não vou descansar enquanto você não voltar para casa". HCalvin e Danúbia Rangel têm uma filha de 11 meses e outra pré-adolescente. Numa continuação do desabafo, o cantor acrescentou: "Não sei como serão os próximos dias, mas já entreguei meu coração, meus pensamentos e essa situação nas mãos de Deus. Preciso ser forte para que nada desande, para que nossa filha continue evoluindo e recebendo todo o amor que merece. Tudo isso parece muito injusto, e confesso que eu não estava preparado para mais essa. Depois de tudo o que passamos, justamente quando estávamos seguindo as regras e tomando todos os cuidados, veio mais essa prova. Eu não entendo os planos de Deus, mas escolho confiar. Confio que Ele está cuidando de tudo e que, no momento certo, vai nos mostrar o propósito por trás dessa dor. Você não está sozinha nessa, sua família tá te esperando em casa. Te amo". Segredos do Crime: No Caso Henry, perdão judicial a Monique pode beneficiar Jairinho Relembre o caso Danúbia foi presa em 5 de julho de 2025, dentro do Hospital e Maternidade Perinatal, na Barra da Tijuca, enquanto estava internada para dar à luz uma menina. A criança tem síndrome de Down. Onze dias depois, o juiz Rafael Estrela, da Vara de Execuções Penais (VEP), deferiu a prisão domiciliar humanitária com monitoramento eletrônico, com base no artigo 117, inciso III, da Lei de Execução Penal (LEP) e no artigo 318 do Código de Processo Penal, que autorizam o benefício a mães de filhos menores de 12 anos. Na decisão de julho, o magistrado impôs condições rígidas: uso de tornozeleira eletrônica, proibição de uso de celular, tablets e computadores — salvo contato com advogados ou médicos, mediante autorização judicial —, vedação de saída do estado do Rio e restrição de visitas a parentes próximos. Antes de receber o benefício, Danúbia permaneceu com a recém-nascida na Unidade Materno-Infantil do Presídio Talavera Bruce, no Complexo de Gericinó, Zona Oeste do Rio.

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