Ladrão furta mãos da estátua de Betinho, em Botafogo; esta é a sexta vez que a obra é vandalizada
Jornal O Globo

Ladrão furta mãos da estátua de Betinho, em Botafogo; esta é a sexta vez que a obra é vandalizada

A estátua do sociólogo Betinho, que fica na Praia de Botafogo, na altura da Rua São Clemente, foi furtada mais uma vez. Depois do crime, ela agora está sem as mãos, feitas em bronze. Inaugurada em 2024, esta é a sexta vez que ela sofre com vandalismo e a segunda em menos de um mês. Em fevereiro, o beija-flor metálico que ficava entre suas mãos, também foi furtado. Ele simbolizava uma fábula que foi popularizada por Herbert de Souza, o Betinho. Triplex por R$ 50 milhões: prédio na Praia de Ipanema é demolido para dar lugar a empreendimento de alto padrão Alerta aos turistas: Parque Nacional da Tijuca reforça bloqueio a Mirante Dona Marta e pede que visitantes respeitem proibição A Prefeitura do Rio disponibilizou um vídeo em que um homem aparece usando um pedregulho para quebrar as mãos da estátua. Nas imagens, ele aguarda um momento em que o local esteja mais vazio e começa a jogar a pedra sobre a obra. Câmeras flagram homem quebrando estátua de Betinho e furtando suas mãos  Ainda na Zona Sul, outras obras em homenagem a personalidades brasileiras também vêm sofrendo com furtos. No último dia 10 de março, a estátua do jornalista e escritor Otto Lara Resende, no Jardim Botânico, teve o assento e os livros furtados. Eles também são feitos em bronze. O crime foi cometido de madrugada, por dois homens. Na ocasião, o secretário de Conservação, Diego Vaz, criticou a legislação que protege os patrimônios públicos no Brasil, afirmando que ela deveria ser mais severa. Segundo a pasta, o orçamento anual destinado aos reparos e restaurações desse patrimônio é de R$ 1,8 milhão. A estátua de Betinho, em Botafogo, ainda com as mãos e o beija-flor Gabriel de Paiva/ Agência O Globo — A pena para dano ao patrimônio público é muito branda. O infrator sai antes da delegacia que os agentes públicos. Precisamos de leis federais mais severas. Não foi o primeiro nem será o último caso. Temos diversos casos inclusive identificando os infratores que não são devidamente punidos e continuam agindo à margem da lei — disse ele, à época. Initial plugin text

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