Renascença
Pensamento acelerado, culpa constante, exaustão crónica. Em muitas mulheres, a Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) é vivida durante anos como falha pessoal. Crescem a ouvir que são desorganizadas, intensas ou distraídas e aprendem a compensar em silêncio, até que algo cede — no trabalho, na maternidade ou no próprio corpo. Qual o custo de anos sem diagnóstico, num sistema pensado sobretudo a partir da experiência de rapazes?
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