Jornal O Globo
Centro da polêmica envolvendo Chapell Roan e Ada Law, filha do ator Jude Law e enteada de Jorginho, do Flamengo, o segurança Pascal Duvier já esteve envolvido em outro escândalo. Foi em 2016, quando trabalhava para Kim Kardashian, e a empresária teve suas jóias roubadas, com prejuízo estimado em cerca de 10 milhões de dólares. O roubo se deu em Paris, e Duvier, que possui extenso currículo trabalhando para celebridades, era o responsável pela segurança. Ele havia deixado Kardashian sozinha na suíte no Hotel de Pourtalès para ir a uma boate com as irmãs Kourtney e Kendall Jenner. Os assaltantes, desfarçados de policiais, amarraram Kim e apontaram uma arma sua cabeça enquanto roubavam as jóias. Após o ocorrido, o segurança foi demitido e respondeu um processo de 6.1 milhões de dólares por negligência. A ação durou cerca de dois anos e, em 2020, chegaram a um acordo. O profissional foi identificado pelo Daily Mail após a situação com Ada Law, de 11 anos, antes do Lollapalooza. A menina estava hospedada no mesmo hotel que Roan e foi agressivamente repreendida por Duvier após ter passado pela mesa da cantora, segundo relatou o jogador rubro-negro, casado com Catharine Hearding, mãe de Ada. Depois de Jorginho, Catharine também se manifestou nas redes sociais. No domingo (25), a artista quebrou o silêncio sobre o assunto, afirmando que não percebeu a situação e desculpando-se pela atitude de Duvier. Pascal Duvier, de preto, quando atuou como segurança de Kim Kardashian Reprodução/Instagram
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