Jornal O Globo
Um tanto constrangido, peço licença aqui ao honorável colega de colunas quintais, o dramaturgo Gustavo Pinheiro, por adentrar ao (único caso em que não sinto vontade de buscar sinônimo para um adjetivo surrado) espetacular mundo do teatro. Mas me protejo sob o sagrado manto da plateia. E, mesmo como plateia, peço desculpas à Cia Grite, do diretor Kleber di Lazzare, que colocou no Teatro Ruth Escobar, no rodriguiano bairro do Bexiga, em São Paulo, a clássica peça “O beijo no asfalto”, que Nelson Rodrigues escreveu em 1960. Enquanto os atores brilhavam, e como brilhavam, minha alma saía pelo mundo um tanto acabrunhada. Devo ter perdido alguns diálogos, mas a culpa foi deles, esses artistas que nos abrem tantas janelas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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