Paraquedistas do Dia D: vídeo mostra como militares da 82ª Divisão Aerotransportada que os EUA enviarão ao Oriente Médio atuam; veja
Jornal O Globo

Paraquedistas do Dia D: vídeo mostra como militares da 82ª Divisão Aerotransportada que os EUA enviarão ao Oriente Médio atuam; veja

A possível mobilização de tropas da 82ª Divisão Aerotransportada para o Oriente Médio coloca no centro da tensão um dos grupos mais preparados — e simbólicos — das Forças Armadas dos Estados Unidos. Conhecidos pela capacidade de entrar primeiro em zonas de conflito, os paraquedistas dessa unidade são treinados para operações rápidas, de alto risco e impacto estratégico imediato. Trump autoriza envio de brigada de paraquedistas especializada em ações de assalto aéreo para o Golfo Pérsico Segundo relatos, integrantes da chamada Força de Resposta Imediata (IRF), uma brigada com cerca de 3 mil soldados, podem ser deslocados — com um contingente inicial estimado em até 2 mil militares. A principal característica da 82ª Divisão Aerotransportada é a prontidão. Seus homens podem ser mobilizados em até 18 horas e lançados diretamente em território hostil por meio de saltos de paraquedas. A missão típica envolve garantir pontos estratégicos como aeroportos, pontes e rotas logísticas, abrindo caminho para forças maiores. Veja os militares em ação: Trata-se de uma infantaria leve: sem blindados pesados no primeiro momento, esses militares dependem de velocidade, surpresa e coordenação com outras unidades para sustentar operações prolongadas. O peso simbólico da divisão remonta ao Dia D, na Segunda Guerra Mundial. Na madrugada de 6 de junho de 1944, milhares de paraquedistas saltaram atrás das linhas alemãs na Normandia para garantir posições-chave antes do desembarque aliado. Desde então, a unidade acumulou atuação em conflitos como Vietnã, Guerra do Golfo, Iraque e Afeganistão — consolidando a reputação de força de choque dos EUA. No cenário atual, esses paraquedistas poderiam atuar para assegurar infraestruturas críticas no Irã, como a ilha de Kharg — essencial para exportação de petróleo — ou pontos estratégicos no Estreito de Ormuz. Há também a possibilidade de atuação conjunta com fuzileiros navais já posicionados na região.

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