Folha de S.Paulo
Trump vive trancado em uma autoilusão típica dos autocratas personalistas, dominada pela megalomania, pela errância e pelo impulso autodestrutivo. Confiar uma guerra a um narcisista fanático é como pôr o Estado a serviço de uma patologia. O presidente americano compartilha com o imperador Guilherme 2º da Alemanha (1859-1941) a mentira compulsiva e o entendimento limitado de relações de causa e efeito; com o líder ugandense Idi Amin (1925- 2003), a grandiosidade delirante, a arbitrariedade e o descontrole público. Ao atacar o Irã , Trump quis exibir a própria onipotência. Cercado pela família, por figuras passivas e anuentes e por extremistas como ele, com o aparelho de Estado já erodido , não houve contraditório. Leia mais (03/26/2026 - 07h00)
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