Desenterrar Pagu, ressuscitar a coragem para combater o machismo
Folha de S.Paulo

Desenterrar Pagu, ressuscitar a coragem para combater o machismo

Minha primeira publicação nesta Folha foi sobre um espetáculo que celebrava a vida de Patrícia Galvão . Depois de 15 anos, me deparo novamente com Pagu . Viva, muito viva, tanto na subjetividade de seus textos quanto na criação de um memorial para seus ossos no Cemitério da Filosofia, em Santos , litoral de São Paulo. No Dia Internacional da Mulher, os restos mortais de Pagu foram transferidos de uma campa de gaveta, escondida na parede, para uma campa em mármore próxima da entrada do cemitério. Quem acompanhou o desenterrar de Pagu foi Thiago de Souza, idealizador do projeto "O que te assombra?" . "Após a abertura do lóculo pude ver os ossos que sustentaram palavras, posicionamentos, amores, feridas, cicatrizes, coragem e sonhos de uma titânica figura chamada Patrícia Rehder Galvão", diz. Leia mais (03/26/2026 - 13h10)

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