Jornal O Globo
A estilista Lolitta Hanud, diretora criativa da Lolitta, apresentou a coleção Soft Power, de outono/inverno, nesta quinta-feira (26), em sua loja em São Paulo. A inspiração surgiu de um novo olhar de reconexão com a própria história, destacando destacando os métiers, a manufatura e o domínio técnico que definem a identidade da marca. "É bom acompanhar o que vem sendo feito, os criadores, mas também é importantes entender qual é a nossa essência, o que realmente nos define, o que nos torna únicos e, dentro disso, aperfeiçoar-se", disse Lolitta. Desfile 'Soft Power' da grife Lolitta Zé Takahashi Além das modelagens que funcionam como uma "segunda pele", a marca, que nasceu em 2010, foca em sofisticação técnica e no tricô tecnológico. Carro-chefe das criações da marca, aparece em estruturas gráficas, ao lado de novos materiais, como a ráfia e o couro, trazendo uma leitura contemporânea ao trabalho artesanal. Entre vestidos, saias, blusas e calças, aparecem cinturas mais baixas, volumes deslocados para baixo do quadril e modelos em peplum. A paleta de cores reforça a proposta atemporal da coleção, com tons neutros como terrosos, branco e preto. "Já faz um tempo, mais ou menos um ano e meio, que a Lolita voltou a se conectar com sua essência, que é o tricô. São técnicas que eu herdei da minha mãe, aperfeiçoadas para construir a nossa identidade. E o 'Soft Power' vem do poder do métier de fazer as coisas à mão, trazendo um poder para a mulher que veste", continuou ela. Desfile 'Soft Power' da grife Lolitta Zé Takahashi Desfile 'Soft Power' da grife Lolitta Zé Takahashi
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