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Decisivo, eleitor ‘independente’ passa a dar vantagem confortável a Lula contra Flávio Bolsonaro | Collector
Decisivo, eleitor ‘independente’ passa a dar vantagem confortável a Lula contra Flávio Bolsonaro

Decisivo, eleitor ‘independente’ passa a dar vantagem confortável a Lula contra Flávio Bolsonaro

Decisivo e volátil, o eleitorado “independente” é peça-chave da nova pesquisa Genial/Quaest. Depois do caso Dark Horse e de outros episódios da política brasileira no último mês, como as notícias relacionadas aos Estados Unidos, essa parcela passou a dar confortável vantagem ao presidente Lula (PT) no embate com Flávio Bolsonaro (PL). Também cresceu, no segmento, o percentual daqueles que aprovam o governo petista, apesar de a maioria ainda desaprovar. Quando o instituto simula um segundo turno entre o postulante à reeleição e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Lula abre uma distância de 13 pontos entre os independentes, com placar de 37% a 24%. A soma dos que dizem que não iriam votar ou que estão indecisos é alta, 39%, mas vem caindo pouco a pouco. Trata-se da primeira vez desde fevereiro que o petista aparece na frente. Os que não escolhiam nenhum dos dois prevaleciam, mas Flávio tinha percentual superior ao do adversário. Chama atenção, ainda, que Lula ampliou um pouco a vantagem nesse segmento já no primeiro turno. Marcava 26% das intenções de voto em maio, contra 18% do representante da família Bolsonaro. A fotografia de agora é de 28% a 14%. No caso da aprovação de governo, os independentes vêm desde abril registrando uma curva positiva para Lula, que tem conseguido reduzir o prejuízo. Naquele mês, o saldo negativo dele nesse recorte era de 26 pontos. Agora, é de apenas seis, com 47% de desaprovação e 41% de aval à gestão. Dentro da amostra da Quaest, que inclui cinco classificações, os independentes são a maior delas, com 32% — à frente da direita não bolsonarista (21%), dos lulistas (19%), da esquerda não lulista (14%) e dos bolsonaristas (12%). Outros 2% não sabem se autodeclarar politicamente. A Genial/Quaest realizou 2.004 entrevistas presenciais entre os dias 5 e 8 de junho. Foram ouvidos brasileiros com 16 anos ou mais. A margem de erros geral é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. No caso dos independentes, a margem é de quatro pontos. A pesquisa foi protocolada junta à Justiça Eleitoral sob número BR-07661/2026.

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