As histórias dos Trovante: “A nossa melhor fotografia tem só um pequeno defeito: estamos quase todos de meia branca” [VÍDEO]

As histórias dos Trovante: “A nossa melhor fotografia tem só um pequeno defeito: estamos quase todos de meia branca” [VÍDEO]

Regressam em março aos palcos, 50 anos após a formação, para quatro concertos, divididos por Lisboa e Porto, onde revisitam clássicos do cancioneiro português como ‘125 Azul’, ‘Balada das Sete Saias’ ou ‘Perdidamente’. À BLITZ, Luís Represas, João Gil e Manuel Faria contam histórias de um percurso que agora se celebra. O teclista recorda a capa do disco dos Trovante de que mais se orgulha

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Regressam em março aos palcos, 50 anos após a formação, para quatro concertos, divididos por Lisboa e Porto, onde revisitam clássicos do cancioneiro português como ‘125 Azul’, ‘Balada das Sete Saias’ ou ‘Perdidamente’. À BLITZ, Luís Represas, João Gil e Manuel Faria contam histórias de um percurso que agora se celebra. O teclista recorda a capa do disco dos Trovante de que mais se orgulha

Advogada de Prémio Nobel iraniana à CNN Portugal: "A República islâmica é uma forma de fascismo"

Advogada de Prémio Nobel iraniana à CNN Portugal: "A República islâmica é uma forma de fascismo"

<p>No dia em que se assinalam os 47 anos da Revolução Islâmica do Irão, que derrocou a monarquia do Xá Mohammad Reza Palahvi, a CNN Portugal conversou com a advogada e ativista pelos Direitos Humanos Chirine Ardakani sobre a situação dos iranianos sob o regime teocrático.</p> <p>A jurista, que representa no estrangeiro a Prémio Nobel da Paz de 2023, Nages Mohammadi, disse que a República Islâmica funciona como uma forma de fascismo. E que os portugueses devem recordar-se disso, tendo em conta que viveram sob a ditadura de Salazar, ainda que o regime dos Aiatolás possa ser responsabilizado por crimes bem mais graves, crimes contra a Humanidade.</p> <p>Chirine Ardakani disse ainda que, num momento em que populações desesperadas procuram salvadores em falsos profetas, é preciso entender que nem Donald Trump nem Benjamin Netanyahu são uma opção viável para o futuro de um Irão democrático. O futuro e a liberdade dos iranianos, conclui a jurista franco-iraniana, passa pela pressão das Nações Unidas e da União Europeia e, sobretudo, por negociações no quadro do Direito Internacional. </p>